INTOLERÂNCIA POLÍTICA
(uol) A PM (Polícia Militar) foi acionada para ajudar o ministro Luís Roberto Barroso, do STF (Supremo Tribunal Federal), a se afastar de um grupo de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL), na noite de quinta-feira (3), em Porto Belo (SC). O magistrado havia sido reconhecido enquanto jantava num restaurante da cidade do litoral catarinense. Durante cerca de 20 minutos no local, Barroso foi vaiado, chamado de comunista e xingado de “lixo”, “vagabundo” e “ladrão”. Segundo a PM, os atos foram realizados de forma “pacífica e ordeira” e “a autoridade deixou o local sem nenhum tipo de conflito mais grave”
TWITTER DEMITIU 150 FUNCIONÁRIOS NO BRASIL
(forbes) O Twitter fechou temporariamente seus escritórios nesta sexta-feira (4) após dizer aos funcionários que vai informá-los mais tarde, por email, sobre potenciais demissões. Segundo a rede social, os funcionários devem ser notificados sobre os cortes às 13h (horário de Brasília). O anúncio ocorre após a conclusão da compra da rede social pelo bilionário Elon Musk. No Brasil, segundo o jornal Valor, a companhia cortou parte dos 150 funcionários que mantém no país. Representantes da companhia não comentaram o assunto.
ASSÉDIO MORAL
(g1) Servidores do Ministério da Cidadania denunciam a secretária nacional de Atenção à Primeira Infância, Luciana Siqueira Lira de Miranda, por assédio moral. A secretaria é vinculada ao Ministério da Cidadania. Depois do resultado da eleição do último domingo (30), Luciana enviou no grupo institucional da secretaria uma mensagem em que critica quem votou em Lula, candidato do PT que derrotou Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência da República. O Ministério da Cidadania vai apurar o caso.
16:35:57


























Uma resposta
Como assim? Ministro do STF faz política? Está vendo como se contradiz. Juiz não faz política, só deve falar nos autos.