Depois de abrirem com viés de alta, os juros futuros inverteram o sinal e passaram a exibir viés de baixa nos contratos curtos – com exceção dos curtíssimos, como o janeiro/2021 – e queda nos intermediários e longos. Segundo Flávio Serrano, do banco Haitong, a queda das taxas hoje mesmo após o forte recuo de ontem, quando os juros marcaram mínimas históricas, é justificada no aumento das apostas de um novo corte da Selic na semana que vem.
Serrano afirma que uma série de elementos nutre o ambiente que permite a queda das taxas em toda a curva. “Há uma crença no avanço das reformas no Brasil e também a expectativa de juros muito baixos por muito tempo nos Estados Unidos”, disse o economista-chefe do banco de investimentos.
IstoÉ
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