Após meses de resistência, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), passou a admitir que colocará em votação o PL da Anistia, mas apenas depois do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no STF, previsto para 12 de setembro.
A mudança ocorre após intensa articulação do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que esteve em Brasília para costurar apoios com líderes de partidos como União Brasil, Progressistas e PSD. O presidente do Republicanos, Marcos Pereira, também aderiu à proposta, pressionando Motta.
O projeto é prioridade da ala bolsonarista, que busca livrar Bolsonaro de condenações relacionadas ao inquérito do golpe de Estado. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), estima ter 300 votos favoráveis. No Senado, porém, há resistência e articulação para votar um texto alternativo que exclua o ex-presidente da anistia.


























