O dólar teve abertura volátil, após começar a segunda-feira, 3, com viés de alta e alinhado ao sinal predominante no exterior. Após cair à mínima em R$ 5,2128, a moeda americana retomou a alta e registrou máxima em R$ 5,2403.
Logo depois, a alta prevaleceu ante o real, em linha com o exterior, em meio a dificuldades nas negociações no Congresso norte-americano em torno de um novo pacote de estímulos fiscais para apoiar a economia e a disseminação do coronavírus pelo mundo, principalmente nos Estados Unidos.
No mercado local, há expectativas por um corte residual de 0,25 ponto da taxa Selic, para 2% ao ano, na quarta-feira na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e pela apresentação de proposta de criação de um imposto sobre transações eletrônicas pelo governo ao Congresso, nos moldes da CPMF.
Nesta segunda-feira, tem início a rolagem do vencimento de swap cambial de setembro (US$ 3,5 bi ou 70.220 contratos), com leilão de até 10.000 contratos, equivalentes a US$ 500,0 milhões (11h30).
Estadão Conteúdo
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