O mês de julho registrou um aumento de 28% nas queimadas na região da Amazônia na comparação com o mesmo período do ano passado, informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) neste domingo (02).
O alerta do Inpe é que a quantidade de queimadas deverá continuar muito alta nos próximos meses porque 45% da área desmatada registrada neste ano ainda deve passar por esse processo.
O avanço ocorre em meio às promessas do governo de Jair Bolsonaro de combater os focos e desmonta a versão de que eles são causados por “indígenas e pequenos ribeirinhos”, já que as áreas queimadas ficam no meio da floresta.
A destruição, inclusive, foi alvo tanto de críticas internacionais como de megaempresas brasileiras, que veem seus negócios serem afetados pelo aumento das queimadas e da devastação. O ano de 2019 foi recorde no tema, com alta de 30%.
Ansa
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