Uma funcionária do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) foi afastada das funções dela em decorrência do caso do estudante de medicina veterinária que foi picado por uma cobra naja, em Brasília, no dia 7 de julho.
A decisão foi tomada nesta quarta-feira (22), tendo em vista os fortes indícios do envolvimento dela com a organização de tráfico internacional de animais silvestres. E, além do afastamento, a funcionária está sendo no processada no valor de R$ 10 mil em uma ação de improbidade administrativa.
A investigada está proibida de acessar as dependência físicas ou sistemas do IBAMA diretamente relacionados à prática ilícita, inclusive por meio de terceiros.
As autoridades chegaram até a suspeita após encontrarem uma licença de captura/coleta/transporte expedida pela servidora na casa de um dos investigados no esquema criminoso.
De acordo com a polícia, também há indícios de que a funcionária teria expedido mais licenças, em outras circunstâncias, para pessoas próximas. Incluindo autorizações para amiga do namorado dela criar dois papagaios e para manicure dela manter um mico-estrela em casa.
R7
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