O presidente do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), José Antonio Encinas Manfré, negou recursos apresentados pela defesa de Pablo Marçal contra a decisão que o tornou inelegível até 2032.
A condenação está relacionada ao uso indevido dos meios de comunicação durante a campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024. A decisão também mantém multa de R$ 420 mil.
Segundo a Justiça Eleitoral, Marçal teria estruturado uma estratégia de remuneração de influenciadores para produção e divulgação de vídeos de cortes durante a campanha.
O TRE-SP também negou recurso do Ministério Público Eleitoral, que buscava condenação por abuso de poder econômico e captação ilícita de recursos, por considerar insuficientes as provas dessas condutas.
Marçal tenta disputar a Presidência da República em 2026, mas sua situação eleitoral ainda é analisada pela Justiça. O TSE também adotou medidas cautelares que restringem seu acesso a recursos públicos de campanha e sua participação em propaganda eleitoral e debates enquanto o registro de candidatura é analisado. G1

























