Milhares de “anotadores de dados” classificam imagens sensíveis para treinar inteligências artificiais, como o ChatGPT. No Quênia e na Colômbia, recebem salários baixos e não têm suporte psicológico, lidando com conteúdo traumático.
Esses trabalhadores permitem que carros autônomos, sistemas de moderação e robôs conversacionais funcionem. Enquanto nos EUA especialistas ganham US$ 30 a 50 por hora, em países como Quênia recebem centavos.
Empresas como Scale AI, Meta e Microsoft terceirizam o serviço, que já gerou denúncias de exploração e atrasos de pagamento. Organizações e sindicatos pedem reconhecimento legal da função e melhores condições de trabalho.


























