Criminosos estão utilizando publicações e comentários no TikTok para divulgar a venda de material de abuso sexual infantil e direcionar interessados ao Telegram, segundo levantamento realizado pelo g1 durante várias semanas.
A apuração identificou mais de 30 perfis e ao menos 35 links relacionados ao esquema. Os criminosos utilizam códigos para tentar escapar da fiscalização das plataformas e, no Telegram, comercializam pacotes de fotos e vídeos por meio de conversas privadas, bots e páginas internas do aplicativo.
Os pagamentos são realizados por criptomoedas e até PIX. Segundo investigadores da Polícia Federal ouvidos pela reportagem, transferências bancárias deixam rastros e podem contribuir para identificar envolvidos.
No Brasil, produzir, comercializar, adquirir ou manter material de violência sexual contra crianças e adolescentes é crime. TikTok e Telegram afirmaram que proíbem esse tipo de conteúdo e removem contas, grupos e canais envolvidos em violações. Casos de violência contra crianças e adolescentes podem ser denunciados pelo Disque 100 ou às autoridades policiais. G1

























