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A Polícia Civil identificou o administrador e outros dois envolvidos em um grupo no Telegram com cerca de 900 integrantes, investigado por compartilhar fotos de mulheres sem autorização em Adamantina.
De acordo com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), 42 das 45 vítimas já foram ouvidas. O inquérito aguarda ainda informações de operadoras telefônicas, laudos periciais e análises dos equipamentos apreendidos.
As investigações apontam que imagens retiradas de perfis públicos eram compartilhadas no grupo, onde participantes faziam comentários ofensivos e produziam conteúdos digitais envolvendo as vítimas.
Os suspeitos poderão responder por crimes como difamação, importunação sexual e divulgação de conteúdo íntimo sem consentimento. Como parte das vítimas é formada por crianças e adolescentes, também são apuradas possíveis infrações previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A Justiça já determinou a suspensão do grupo, e as investigações continuam para identificar todos os envolvidos e esclarecer os fatos. G1/ Presidente Prudente e Região.










