Destroços de avião desaparecido há 74 anos são encontrados no fundo do mar

Esta imagem sem data, fornecida pela Fundação Histórica da Pan Am na terça-feira, 21 de julho de 2026, mostra o avião Clipper Endeavour — Foto: Pan Am Historical Foundation via AP
Esta imagem sem data, fornecida pela Fundação Histórica da Pan Am na terça-feira, 21 de julho de 2026, mostra o avião Clipper Endeavour — Foto: Pan Am Historical Foundation via AP

Os destroços do avião Clipper Endeavor, da Pan Am, que estava desaparecido havia 74 anos, foram localizados no fundo do oceano por uma equipe de exploradores. A aeronave caiu em 1952 após perder potência nos motores logo depois de decolar de Porto Rico com destino a Nova York.

Embora todos os ocupantes tenham sobrevivido ao impacto na água, 52 pessoas morreram após o avião afundar, devido à dificuldade para acessar coletes salva-vidas e botes infláveis.

Os destroços foram encontrados a cerca de 610 metros de profundidade por um drone submarino equipado com sonar. Segundo especialistas, o acidente impulsionou mudanças importantes na segurança da aviação, como os atuais procedimentos de demonstração do uso dos equipamentos de emergência antes da decolagem. Informações do G1

Em PP, Polícia Militar recupera motocicleta roubada de motorista de aplicativo e identifica suspeito

Veículo e capacete subtraídos no Brasil Novo foram devolvidos ao proprietário
Veículo e capacete subtraídos no Brasil Novo foram devolvidos ao proprietário

A Polícia Militar recuperou, na madrugada desta quarta-feira, uma motocicleta roubada horas antes de um motorista de aplicativo, no Conjunto Habitacional Brasil Novo, em Presidente Prudente. O crime ocorreu no final da tarde desta terça-feira, quando a vítima aceitou uma corrida e foi abordada por um homem armado com um revólver, que roubou o veículo e o capacete.

Agência publicidade Prudente

Durante patrulhamento de rotina, a equipe policial avistou a motocicleta ocupada por dois indivíduos. Ao perceber a aproximação da viatura, o condutor fugiu a pé em direção a uma área de mata, mas deixou cair a sua CNH (Carteira Nacional de Habilitação). O documento permitiu a identificação do suspeito, um jovem de 21 anos, que posteriormente foi reconhecido pela vítima por meio de foto como o autor do assalto.

O passageiro que estava na garupa foi abordado e levado ao Plantão Policial. Em depoimento, ele relatou que o condutor procurava um esconderijo após o roubo e que também estaria envolvido em disparos de arma de fogo contra a residência da ex-namorada. Por não haver provas de sua participação direta no roubo ou receptação, o acompanhante foi liberado.

O veículo e o capacete foram devolvidos ao proprietário e a Polícia Civil prossegue com as investigações para localizar e prender o assaltante. O Imparcial

Corpo de homem que desapareceu após mergulho no Rio Paranapanema é encontrado em Iepê

Homem que desapareceu no Rio Paranapanema é encontrado morto — Foto: Reprodução/redes sociais
Homem que desapareceu no Rio Paranapanema é encontrado morto — Foto: Reprodução/redes sociais

O corpo do homem que desapareceu após entrar no Rio Paranapanema, em Iepê (SP), no sábado (18), foi encontrado nesta terça-feira (21), segundo a Defesa Civil do município.

De acordo com a Defesa Civil, o corpo foi localizado por volta das 16h, próximo à margem do Rio Paranapanema. A Polícia Civil foi acionada para atender a ocorrência, e a remoção ficou a cargo de uma funerária da cidade. A vítima morava em Álvares Machado (SP).

A Polícia Militar informou que o desaparecimento ocorreu no trecho do rio próximo à Rodovia Brigadeiro Eduardo Gomes (SP-457).

Segundo o Corpo de Bombeiros, o homem desapareceu no fim da tarde de sábado, por volta das 16h54, depois de entrar na água para nadar. Em determinado momento, ele afundou e não voltou à superfície.

A equipe de resgate foi acionada e iniciou as buscas, com o apoio de mergulhadores, no local conhecido como “fim do asfalto”. G1/PP

Motorista é retirado das ferragens de carreta e removido a hospital após capotamento em Rancharia

Foto: Portal CCM – Artesp

Foi hospitalizado na madrugada desta quarta-feira, um motorista que se envolveu um acidente no início da madrugada, no Km 519 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Rancharia. Informações do Centro de Controle Multimodal da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo), indicam que o homem explicou à Concessionária Cart que conduzia uma carreta no sentido oeste, quando, por motivos a serem esclarecidos, perdeu o controle de direção do veículo, que capotou.

Com o impacto, houve o derramamento da carga de cimento no canteiro central, onde o veículo ficou imobilizado. A vítima foi retirada das ferragens e removida para o hospital, onde permaneceu sob atendimento, às 2h13. O Imparcial

Farmais

Bom dia

Santos x Universidad Central: quando Neymar volta a jogar pelo Santos?

O Santos entra em campo nesta terça-feira, 21, contra a Universidad Central, da Venezuela, pela ida dos playoffs da Copa Sul-Americana. A bola rola a partir das 21h30 (de Brasília), no Estádio Misael Delgado, em Valencia. O Peixe, no entanto, não contará com a presença de Neymar, que foi preservado pela comissão técnica.

De acordo com o ge, a ausência de Neymar se deve ao cronograma de trabalho estabelecido pelo clube após sua participação na Copa. O camisa 10 se reapresentou na última sexta-feira, 17, e chegou a fazer atividades no gramado no sábado, 18.

Segundo o jornalista Lucas Musetti, os desfalques do Santos para a partida são: Gabigol, João Schmidt e Willian Arão (preservados); Gustavinho e Pepe Firmino (lesões na coxa); Igor Vinícius (tendinite); e Vini Lira (em recuperação de cirurgia no joelho).

Com isso, o Santos deve ir a campo com: Gabriel Brazão; Gabriel Menino, Lucas Veríssimo, João Ananias e Escobar; Oliva, Gabriel Bontempo e Rollheiser; Miguelito, Thaciano e Barreal. PLACAR

Memphis aceita redução salarial e negociação com o Corinthians evolui

A novela de renovação de Memphis Depay com Corinthians descongelou após meses. Segundo o Ge, o atacante holandês aceitou uma redução salarial e outros termos propostos pelo clube, e as conversas avançaram.

Ao longo deste ano, as partes trocaram propostas e contrapropostas, mas não chegaram em um consenso. Agora, Memphis tem apenas 10 dias de contrato com o Timão.

O holandês vem treinando com os profissionais e quer continuar a sua carreira no clube. O Corinthians deseja a sua permanência em meio a uma janela que deve ser contida, por ter três transfer bans ativos, que impedem o clube de inscrever novos jogadores.

A data limite para o Corinthians formalizar a renovação com Memphis é o dia 31 de julho, data do fim do contrato do jogador. Caso isso não ocorra, os transfer bans impedirão o clube de registrar o novo contrato e Memphis não poderá atuar até que as punições caiam. PLACAR

CF Car

Crônica da Semana com José Roberto Dantas Oliva

Entre a fumaça e o leite


Quem me conhece talvez já tenha ouvido esta história. Volto a contá-la não por saudade da fumaça, mas porque certas lembranças, quando sobrevivem ao tempo, podem servir de aviso a quem ainda caminha distraído para o abismo.

Houve um tempo em que fumar parecia bonito. O cigarro entrava em cena como sinal de elegância: entre os dedos, ao lado do copo, sob a luz dos bares, nas telas, nas revistas, nos gestos estudados de uma masculinidade fabricada. A publicidade, mestra em vestir armadilhas com roupa de sonho, soube explorar essa fantasia.

O chamado “Homem Marlboro” vinha montado em cavalos, atravessando paisagens abertas, como se a liberdade coubesse na ponta acesa de um cigarro. “Os homens se encontram no mundo de Marlboro”. Era o convite para um mundo inventado, onde a fumaça prometia coragem, maturidade e independência.

Eu também fui alcançado por essa sedução. Comecei cedo, muito jovem, quando era radialista. Havia noites compridas, conversas sem pressa, microfone, redação, balcão de bar, amigos e a falsa impressão de que o cigarro completava a cena. No início, procurei marcas mais leves, de filtro branco, como se a aparência delicada pudesse aliviar a gravidade do gesto.

O primeiro foi Charm. Depois veio o Galaxy. Experimentei também os mentolados, mais por curiosidade do que por gosto. Mas o vício tem a paciência de um cobrador silencioso: primeiro pede pouco, depois exige mais. O corpo, domesticado pela nicotina, já não se contentava com promessas suaves. Acabei no Minister. Marlboro, apesar de todo o império de imagens, nunca fumei.

Ao fim e ao cabo, eu fumava dois maços de Minister por dia. Quando me sentava para tomar umas cervejas com amigos, a conta subia sem pedir licença. Entre uma história e outra, um maço desaparecia como se tivesse sido feito apenas de cinza e vento.

As mãos pareciam precisar daquele pequeno ritual. Procuravam o bolso, a carteira, o isqueiro, a chama. E elas mesmas me denunciavam. As pontas dos dedos viviam amarelecidas pela nicotina, como se carregassem pequenas manchas de rendição que eu fingia não ver.

A primeira vez que parei de fumar foi em São Paulo. Morávamos, minha mulher, minha filha e eu, numa casa de fundo, numa viela do Bairro do Limão. Não houve discurso, promessa solene nem iluminação repentina.

Houve necessidade. A vida, quando aperta, costuma formular perguntas simples e impiedosas. A minha era esta: o maço de cigarro ou o leite da minha filha. Quando fui para lá, tomava apenas um ônibus da CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos – na Avenida Deputado Emílio Carlos, até o ponto final no Largo do Paissandu, no centro velho da Capital. De lá, seguia a pé até a Rua Araújo, onde ficava a Delegacia do IBGE em que eu trabalhava.

No fim do dia, refazia o caminho no mesmo ônibus azul, enquanto a cidade escurecia nas janelas. Depois, a Delegacia do IBGE mudou-se para o Itaim Bibi, mais distante. Não havia vale-transporte, e as despesas cresceram. Como o dinheiro não alcançava o mês inteiro, muitas vezes descia a pé até o Largo do Limão e tomava o ônibus da Viação Nossa Senhora do Socorro, um monobloco Mercedes branco e vermelho.

Ia, não raro, pendurado no degrau de trás, até conseguir me acomodar, em pé, no corredor do coletivo. Descia na Avenida São Gabriel e seguia, pela Rua Joaquim Floriano ou pela Tabapuã, até o trabalho, na Rua Araújo, 93. De ida e volta, eram cerca de quatro quilômetros caminhados por dia. O bolso impunha o sacrifício; o corpo, sem que eu soubesse, recebia o benefício.

Foi nesse tempo estreito que larguei o cigarro pela primeira vez. Explicar a decisão era fácil; cumpri-la, nem tanto. Entre garantir o leite da minha filha e sustentar a fumaça que me consumia, não havia escolha honesta. O vício ainda chamava, mas a paternidade falou mais alto e sua voz, naquele momento, foi mais firme que qualquer vontade.

Mais tarde, retornei a Presidente Venceslau. Já gerente do Jornal Integração e apresentador do jornal falado na rádio AM, voltei a fumar. O velho hábito encontrou outra fresta: a rotina corrida, as conversas, a falsa companhia (do cigarro) entre um compromisso e outro.

Os dedos tornaram a amarelecer, e o pulmão começou a protestar. Pela manhã, eu acordava com um pigarro áspero, daqueles que parecem vir de um porão dentro do peito. Procurei o médico e fiz radiografia; ainda estava tudo bem. Mas veio o aviso: se eu não parasse, teria sérios problemas no futuro.

Nessa época, meu segundo filho já havia nascido. Relutei, como quase todo fumante reluta. O vício é hábil em fabricar desculpas: hoje foi um dia difícil; amanhã eu começo; depois desta carteira eu paro. Mas a força de vontade e o desejo de viver foram abrindo passagem. Certo dia, saí do jornal e fui fazer um lanche no bar da esquina. Ali, pensei nos malefícios do cigarro, na advertência do médico, nos meus filhos, no futuro que eu queria ver chegar.

Ao sair, levei a mão ao bolso para acender mais um cigarro. Então, num gesto até politicamente incorreto, peguei o maço e o isqueiro e joguei os dois no bueiro. Nunca mais fumei. Isso já faz cerca de quarenta anos. No começo, foi muito difícil. Faltava algo entre os dedos, como se a mão tivesse perdido uma mania antiga. A vontade vinha forte, especialmente quando eu me sentava para tomar umas cervejas com amigos e familiares.

O corpo ainda procurava o gesto: colocar o maço no balcão, puxar o cigarro, aproximar a chama, tragar. Mas, a cada vontade vencida, eu retomava um pedaço de mim.

Hoje, não sinto mais vontade nenhuma. A fumaça, em geral, não me incomoda, embora eu procure evitar o papel involuntário de fumante passivo. O que me espanta é perceber que, mesmo sem o brilho enganoso das antigas propagandas, ainda há quem comece a fumar.

Os maços agora trazem advertências duras, imagens de câncer, enfisema, infarto, gangrena, cegueira, envelhecimento precoce, aborto, danos a bebês e morte. Ainda assim, muita gente acende o primeiro cigarro sem imaginar que, quando a nicotina cria raízes, arrancá-la do corpo e da rotina pode ser uma batalha longa.

Deixo este relato como quem deixa uma luz acesa na varanda para alguém que ainda vem pela estrada. A quem nunca fumou, peço: não comece. Nenhuma pose, nenhum grupo, nenhuma propaganda, nenhuma ansiedade merecem esse preço.

A quem fuma, digo com respeito e esperança: é difícil, mas é possível parar. Eu parei quando precisei escolher entre a fumaça e o leite. Depois, parei de vez quando entendi que também precisava escolher entre o vício e a vida. E, nessa escolha, não há maço que valha a liberdade de respirar sem corrente.

JOSÉ ROBERTO DANTAS OLIVA
O autor é Doutorando em Educação pela FCT-UNESP de Presidente Prudente, Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP, Advogado Trabalhista, Juiz Titular de Vara do Trabalho aposentado, Professor, Radialista, Jornalista e titular da cadeira nº 18 da Associação Venceslauense de Letras – AVL

Homem é preso por violência doméstica em Presidente Epitácio

A Polícia Militar prendeu nesta segunda-feira (20), um homem em flagrante delito por violência doméstica, em Presidente Epitácio, na rua Recife. No local, o homem passou a ofender e desacatar os policiais militares.

Segundo informações da polícia, a vítima, uma mulher saiu da residência afirmando ter sido constrangida pelo homem – seu cunhado – a manter relações sexuais com ele, diante da recusa, começou a ofendê-la. O filho da vítima, ao presenciar a situação, foi em defesa da mãe e acabou sendo agredido.

O homem foi conduzido ao plantão policial, onde foi ratificada a prisão em flagrante. Ele foi autuado pelos crimes de desacato, violência doméstica e contravenção penal por vias de fato. O indiciado permanece preso e à disposição da Justiça. O Imparcial

Brasil tem quase 2 milhões de eleitores com deficiência, aponta TSE

Eleições 2º turno, a deficiente visual, Danielle Parrela Mendes , votando (Valter Campanato/Agência Brasil)
Tribunal registra um crescimento de 42,5% em relação a última eleição

As eleições de 2026 terão o maior número de eleitores com deficiência aptos a votar da história. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 1.963.551 pessoas cadastradas, um aumento de 42,5% em comparação com as eleições de 2022.

Para atender essa demanda, a Justiça Eleitoral ampliou em 43% o número de seções eleitorais com acessibilidade, que passaram de 156.296 para 223.587 locais adaptados. Entre os eleitores cadastrados, cerca de 617 mil declararam deficiência de locomoção, 319 mil deficiência visual e mais de 182 mil deficiência auditiva.

Os eleitores que necessitam de um local de votação acessível podem solicitar a transferência para uma seção adaptada até o dia 20 de agosto, por meio dos canais oficiais da Justiça Eleitoral ou presencialmente em um cartório eleitoral. AB

Operação mira quadrilha que roubava medicamentos e movimentou R$ 33 milhões

A Polícia Civil do Rio de Janeiro deflagrou nesta terça-feira (21) a Operação Metástase para combater uma organização criminosa especializada no roubo de medicamentos oncológicos e imunossupressores. Até o momento, cinco pessoas foram presas.

Segundo as investigações, o grupo movimentou cerca de R$ 33 milhões em um ano e utilizava empresas de fachada para revender os medicamentos roubados, que chegavam a ser destinados a hospitais privados e instituições públicas de saúde. A polícia também aponta que a quadrilha contava com apoio da facção Terceiro Comando Puro (TCP).

Ao todo, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em quatro estados. A Polícia Civil afirma que o esquema comprometia o abastecimento de medicamentos e colocava em risco pacientes, já que os produtos exigem condições específicas de armazenamento e transporte para manter sua eficácia. G1

União Europeia mantém exigências sanitárias para carne brasileira, diz embaixador

Rebanho de gado vacinado contra a febre aftosa no Pará - Arquivo — Foto: Divulgação / Adepraá
Rebanho de gado vacinado contra a febre aftosa no Pará – Arquivo — Foto: Divulgação / Adepraá

O embaixador da Irlanda no Brasil, Martin Gallagher, afirmou que a União Europeia não pretende flexibilizar as exigências sanitárias para a retomada das exportações de carne brasileira ao bloco. Segundo ele, a suspensão foi baseada em critérios técnicos relacionados ao controle do uso de antimicrobianos na produção animal.

A partir de 3 de setembro, o Brasil deixará de exportar carnes e outros produtos de origem animal para o mercado europeu caso não se adeque às normas. De acordo com o diplomata, cabe ao governo brasileiro implementar as medidas necessárias para atender aos padrões exigidos.

Gallagher destacou que a União Europeia permanece aberta ao diálogo com o Brasil, mas reforçou que outros países já cumprem as exigências e continuam autorizados a exportar. Ele também afirmou que o acordo entre Mercosul e União Europeia já apresenta sinais de aumento no comércio entre os blocos. G1

Estudo identifica fatores genéticos associados ao transtorno de personalidade borderline

Borderline está ligado também à fatores genéticos — Foto: G1
Borderline está ligado também à fatores genéticos — Foto: G1

Pesquisadores encontraram as primeiras evidências consistentes de que fatores genéticos podem estar associados ao transtorno de personalidade borderline (TPB). Publicado na revista Nature Genetics, o estudo identificou 11 regiões do genoma e nove genes que parecem influenciar o risco de desenvolver a condição.

A pesquisa, considerada a maior já realizada sobre o tema, também mostrou que o TPB compartilha características genéticas com outros transtornos, como depressão, TDAH e transtorno de estresse pós-traumático.

Apesar dos avanços, os cientistas ressaltam que a genética explica apenas parte do risco para o transtorno e não permite prever ou diagnosticar a condição por meio de testes genéticos. A expectativa é que a descoberta contribua para aprimorar as pesquisas e favorecer diagnósticos mais precoces no futuro. O Globo

Brasil envia 690 mil doses de vacinas em ajuda à Venezuela

Brasil envia 4,5 toneladas de vacinas para apoio humanitário à Venezuela
A nova remessa inclui imunizantes BCG, tríplice viral e pentavalente. Ao todo, são mais de 690 mil doses doadasO Brasil enviou nesta segunda-feira (20) mais 690 mil doses de vacinas à Venezuela como parte da ajuda humanitária às vítimas dos terremotos que atingiram o país no fim de junho. A carga, transportada pela Força Aérea Brasileira (FAB), inclui vacinas BCG, tríplice viral e pentavalente.

Além das vacinas, o governo brasileiro já destinou cerca de 16,5 toneladas de medicamentos e insumos hospitalares, como antibióticos, analgésicos, seringas, luvas e máscaras.

Segundo o Ministério da Saúde, a ação busca reforçar o atendimento à população venezuelana, onde os terremotos deixaram mais de 4,8 mil mortos, cerca de 16 mil feridos e milhares de desabrigados. Outros países também enviaram ajuda humanitária ao país. Informações da AB

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