
Ventos intensos, chuva e granizo podem atingir interior de SP
Ventos fortes, chuvas intensas e possibilidade de queda de granizo podem atingir a região de Presidente Prudente (SP), segundo alerta emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso teve início à 0h desta quarta-feira (29) e segue válido até as 23h59 do mesmo dia.
Além da região, outras áreas do interior paulista também podem ser afetadas pelas mudanças nas condições climáticas previstas para os próximos dias. Confira a previsão do tempo na reportagem.
No Oeste Paulista, o alerta publicado pelo Inmet considera “perigo potencial” para tempestade durante a quarta-feira, com chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, ventos intensos (40-60 km/h) e queda de granizo.
Algumas cidades das regiões de Itapetininga e Bauru também podem ser afetadas pela tempestade, como Itapeva e Assis, além de várias cidades da região de Prudente, como Anhumas, Alfredo Marcondes e Álvares Machado. g1
Emanuele Martins

Santos x Universidad Central: onde assistir duelo pela Sul-Americana

O Santos entra em campo nesta terça-feira, 28, para o jogo de volta dos playoffs da Copa Sul-Americana, enfrentando a Universidad Central, da Venezuela. A partida começa às 21h30 (de Brasília) na Vila Belmiro, em Santos, São Paulo. O Peixe busca confirmar sua vaga nas oitavas de final da competição continental.
No jogo de ida, realizado na Venezuela, o Santos conquistou uma vitória expressiva por 4 a 1, com gols de Gabriel Bontempo, Gabriel Menino, Thaciano e Rony. Este resultado confere ao Alvinegro Praiano uma vantagem considerável, permitindo que a equipe perca por até dois gols de diferença para garantir a classificação.
A equipe santista chega para este duelo decisivo sob pressão, após um empate em 2 a 2 com a Chapecoense na Vila Belmiro, em seu primeiro jogo em casa após a paralisação para a Copa do Mundo. A partida será transmitida pelo SBT, na TV aberta, pela ESPN, na TV fechada, e pelo Disney+, no streaming. PLACAR
Eloah Maria Brasil

Direto da Redação

ANFITEATRO DE PIQUEROBI
Adorei o anfiteatro de Piquerobi. É um espaço bonito, agradável e muito confortável. Inaugurado há poucos meses, o projeto revela bom gosto e foi pensado com muito carinho. São pouco mais de 140 lugares, todos com poltronas ou bancos acolchoados. O ambiente conta ainda com diversos aparelhos de ar-condicionado, teto acústico e piso de cerâmica que imita madeira. Ontem estive no Anfiteatro Municipal Thaís Vicente Costa para participar de uma cerimônia para a qual fui convidado. Hoje, o Blog do Toninho traz uma cobertura completa desse evento.
BACANA O CARINHO COM A CIDADE
Achei muito bonito o carinho que os moradores demonstram por Piquerobi. É um amor de raiz por uma cidade simples, bem cuidada e acolhedora. No anfiteatro, era visível o orgulho de todos pelo novo espaço. Além de elogiarem o prédio, os presentes vibravam com as homenagens prestadas às atletas da equipe de voleibol e aos alunos que participaram do intercâmbio internacional.
Outro detalhe chamou minha atenção. Sempre imaginei que o nome Piquerobi fosse exclusivamente de origem indígena. No entanto, descobri que também presta homenagem ao engenheiro Piquerobi Whitacker de Aguiar, um dos fundadores do município. Seu nome, inclusive, é citado no hino da cidade, executado durante a cerimônia.
DENOMINAÇÃO INDÍGENA E HOMENAGEM AO FUNDADOR
A origem de Piquerobi remonta a 1917, com a chegada dos primeiros moradores atraídos pela fertilidade das terras. O desenvolvimento foi impulsionado pela chegada da Estrada de Ferro Sorocabana, em 1921, e o município foi oficialmente criado em 24 de dezembro de 1948.
O nome da cidade reúne dois significados históricos: possui raiz indígena, com interpretações como “peixinho azul” ou “piquira verde”, e também homenageia o engenheiro Piquerobi Whitacker de Aguiar, figura importante no processo de colonização da região.
A VOLTA DA SACEA
Recebi, nesta terça-feira, uma mensagem pelo WhatsApp do ex-prefeito de Presidente Venceslau, Ângelo Malacrida. Ele informou que, ao lado de outras pessoas, está resgatando a SACEA, entidade idealizada no passado pela historiadora Maria Ângela D’Incao. SACEA quer dizer – Associação Amigos da Cultura, Educação e Artes.
A associação acabou ficando esquecida e permaneceu desativada por um longo período. “Regularizamos todas as pendências e hoje a SACEA está de volta, totalmente legalizada”, escreveu Malacrida. O relançamento da entidade acontecerá no próximo sábado, às 10 horas, na Avenida Jorge Tibiriçá, nº 1.318, na Vila Nossa Senhora do Bonfim.
CARÊNCIA DE CULTURA
A volta da SACEA representa um verdadeiro alento para quem valoriza a cultura. Presidente Venceslau atravessa um período de grande escassez de atividades culturais. São raros os eventos de destaque ligados à literatura, ao teatro, à música ou às artes em geral. A ausência dessas manifestações empobrece a vida comunitária e limita o desenvolvimento intelectual e humano da população. Cultura não é luxo; é um dos pilares da formação de uma sociedade crítica, criativa e consciente. E chama a atenção o fato de que a prefeita tenha formação em Jornalismo, uma área cuja essência está intimamente ligada à valorização da cultura, da educação e do conhecimento.
Brasil lidera importação mundial de carros chineses em 2026
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Pela primeira vez, o Brasil se tornou o maior importador de carros chineses do mundo. Entre janeiro e maio de 2026, o país importou US$ 5,2 bilhões em veículos chineses, eletrificados e convencionais, superando Rússia (US$ 5 bilhões) e Bélgica (US$ 3,8 bilhões). O resultado coloca o mercado brasileiro na liderança global das compras de automóveis produzidos na China. Valor
Ana de Souza

Brasil avalia acionar OMC contra embargo da União Europeia à carne
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O governo brasileiro estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) para contestar a decisão da União Europeia de suspender as importações de carnes e outros produtos de origem animal do Brasil. A UE alega que o país não apresentou informações suficientes sobre o controle do uso de antimicrobianos na produção animal. O Itamaraty afirma que ainda busca uma solução negociada, mas estima que as perdas possam chegar a US$ 2,4 bilhões por ano e não descarta uma disputa internacional, além de apontar possível motivação política por trás da medida. G1
Empresa de Junqueirópolis é multada em R$ 13,5 mil por poda drástica de 27 árvores

Uma equipe da Polícia Militar Ambiental foi até uma empresa localizada no centro de Junqueirópolis, nesta segunda-feira, averiguar uma denúncia de poda drástica de árvores em logradouro público. No local, foi constatada a prática envolvendo 27 exemplares da espécie oiti, sem a autorização de órgão competente.
Diante do constatado, foi lavrado em desfavor da pessoa jurídica responsável um auto de infração ambiental no valor de R$ 13.500,00, por danificar por qualquer modo ou meio árvores em logradouro público mediante poda drástica, com base no artigo 54 da Resolução Sima (Secretaria de Estado de Infraestrutura e Meio Ambiente) 05/21. A ocorrência será apresentada via ofício à Delegacia de Polícia Civil local, por infringir o artigo 49 da Lei Federal 9605/98. O IMPARCIAL
Pesquisa: 54% das brasileiras relatam ter sofrido violência de parceiro

Pesquisa dos institutos Patrícia Galvão e Locomotiva mostra que 54% das brasileiras que já tiveram relacionamento com homens afirmam ter sofrido algum tipo de violência de um parceiro ou ex-parceiro. Em contrapartida, apenas 11% dos homens admitem ter cometido agressões. O levantamento aponta ainda que o medo de denunciar (68%), a impunidade dos agressores (56%) e a lentidão da Justiça (39%) são os principais obstáculos enfrentados pelas vítimas. A pesquisa também indica que 70% das mulheres reconhecem impacto positivo da Lei Maria da Penha, embora a maioria considere que a legislação, sozinha, não seja suficiente para combater a violência doméstica. G1
Aluna e atleta de vôlei Ana Clara Araújo Mazzini

“Fui o que és, serás o que sou”, crônica da Semana com José Roberto Dantas Oliva

“Fui o que és, serás o que sou”
Há lugares que uma cidade não pode tratar como fundo de quintal. O cemitério é um deles. Ali repousam nomes, histórias, famílias inteiras, trabalhadores anônimos, pioneiros, gente simples e gente conhecida, todos igualados pela mesma certeza que, um dia, também nos alcançará. Por isso, cuidar de um cemitério não é apenas cumprir uma tarefa administrativa. É um gesto de civilização, de memória e de respeito.
Durante muitos anos, quem passava pelo Cemitério Municipal de Presidente Venceslau se deparava com uma frase breve, mas de imensa força: “Fui o que és, serás o que sou”. Era como se os mortos, em silêncio, nos dirigissem uma advertência de humildade.
Associada à tradição dos epitáfios e ao antigo espírito do memento mori, a expressão aparece em formulações semelhantes na arte e na cultura funerária europeias, inclusive em referências ao afresco A Santíssima Trindade, de Masaccio, no Renascimento florentino. Sua mensagem atravessa séculos: a morte não humilha a vida; apenas a recorda de sua medida.
Talvez por isso incomode tanto ver o cemitério de uma cidade com sinais de descuido. Mato, sujeira, restos de materiais, acessos mal-acabados, portões improvisados e entradas sem a dignidade que o espaço exige não são detalhes menores. Revelam como a cidade se relaciona com a própria memória. Não se trata de luxo, nem de ostentação. Trata-se de decência.
O acesso principal, pela Rua Regente Feijó, merece atenção especial. É a porta histórica do cemitério, por onde gerações de venceslauenses passaram em dias de despedida, oração e saudade. Um portal mais bem cuidado, limpo, iluminado, visualmente respeitoso e arquitetonicamente valorizado não seria enfeite: seria reconhecimento. A entrada de um cemitério deve comunicar recolhimento, ordem e respeito, não abandono.
O mesmo se diga, com ainda mais urgência, do acesso pela Avenida Princesa Isabel, próximo ao Parque São Jorge. Durante muito tempo, depois da ampliação do cemitério, aquela frente permaneceu sem fechamento adequado. As sepulturas avançavam em direção à avenida, os túmulos ficavam expostos e o lixo se acumulava no local. Era uma imagem dura, sobretudo por se tratar de uma das entradas importantes da cidade.
Em 24 de agosto de 2022, depois de conversa que tive com ele sobre o assunto, Toninho Moré registrou uma sugestão simples e sensata: além do muro, o ideal seria construir ali um belo portal, “algo bonito, bem iluminado”, um “projeto moderno”, compatível com a região que vinha recebendo novos empreendimentos imobiliários e com o prédio residencial de 20 andares, hoje já em fase final de construção. A observação fazia sentido então e continua fazendo sentido agora. Veja: Clique aqui
De lá para cá, porém, o que se viu ficou aquém do desejável. O muro foi erguido, mas recebeu apenas chapisco e caiação, solução simples demais para a importância do local. Durante certo período, faltou portão. Depois, apareceu uma estrutura metálica bastante rústica, sem o cuidado visual que um espaço público dessa natureza exige. Mais recentemente, instalou-se um portão de correr de ferro, ao menos mais compatível com a altura do muro. Ainda assim, falta o principal: transformar aquela entrada em portal, com projeto, presença, iluminação e permanência.
É preciso dizer isso com serenidade, mas também com franqueza: obras públicas não devem ter aparência de improviso, nem podem ser conduzidas como se bastasse resolver o problema de qualquer maneira. Quando se faz algo para a cidade, especialmente em lugar tão simbólico, é necessário planejamento, critério e zelo. O muro, segundo foi noticiado, demorou cerca de um ano para ficar pronto. Veja: Clique aqui
Também já se registrou situação de abandono dentro do próprio cemitério, com sujeira, restos de materiais e buracos. Numa área de visitação, dor e recolhimento, isso causa má impressão em quem chega e, principalmente, em quem vai ali para reverenciar seus mortos. Uma cidade se apresenta também pelos seus detalhes. E um cemitério malcuidado, por mais que se tente disfarçar, fala alto.
O episódio mais grave foi noticiado no início deste ano: um Cristo de bronze, com mais de dois metros de altura, foi furtado de um túmulo de família localizado na avenida principal do cemitério.
Também se comentou que outros furtos menores já teriam ocorrido. A falta de vigilância e a facilidade de acesso favorecem esse tipo de ação. Quando até os símbolos de fé e memória são arrancados de um túmulo, é sinal de que alguma coisa está muito errada. Veja aqui: Clique aqui
Desde 2021, pelo menos, discute-se a necessidade de ampliar o cemitério atual ou construir um novo. O tema merece estudo de viabilidade sério, técnico e transparente. Talvez a ampliação seja possível; talvez um novo cemitério seja o melhor caminho. Mas uma conclusão é inevitável: mesmo que outro venha a ser construído, o atual não poderá ser abandonado. Ali está parte da história de Presidente Venceslau. Ali estão os nossos mortos. E uma cidade que abandona seus mortos começa, aos poucos, a abandonar também a si mesma.
Por isso, é hora de pensar em um conjunto de melhorias: manutenção e limpeza mais constantes, iluminação interna adequada, recuperação dos acessos, valorização do portal principal da Rua Regente Feijó e construção de um verdadeiro portal na Avenida Princesa Isabel, não apenas de um portão funcional. Também se poderia estudar, com cuidado, a viabilidade de um velório municipal próximo a um dos acessos, talvez na própria região da Princesa Isabel, onde ainda parece haver espaço. Tudo isso deve ser analisado com responsabilidade, mas não pode ser simplesmente ignorado.
“Fui o que és, serás o que sou.” A frase antiga continua atual. Ela não pede medo; pede consciência. Lembra que os que partiram já estiveram no nosso lugar e que nós, um dia, estaremos no deles. Entre uma ponta e outra dessa verdade, resta-nos viver com dignidade — e tratar com dignidade aqueles que já não podem pedir por si mesmos.
Cuidar melhor do cemitério de Presidente Venceslau é, portanto, mais do que uma obra urbana. É uma obrigação moral. Não se exige ostentação. Exige-se respeito. E respeito, nesse caso, começa pelo básico: limpeza, manutenção, segurança, beleza discreta e entradas que, sem luxo desnecessário, tenham a imponência serena exigida pela memória que guardam.
JOSÉ ROBERTO DANTAS OLIVA
O autor é Doutorando em Educação pela FCT-UNESP de Presidente Prudente, Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP, Advogado Trabalhista, Juiz Titular de Vara do Trabalho aposentado, Professor, Radialista, Jornalista e titular da cadeira nº 18 da Associação Venceslauense de Letras – AVL
Escola Casari promove noite de homenagens para alunos de intercâmbio e da equipe de vôlei

Uma cerimônia especial realizada na noite desta segunda-feira (27), no recém-inaugurado Anfiteatro Municipal Thaís Vicente Costa, em Piquerobi, marcou as homenagens promovidas pela Escola Estadual Professora Maria Aparecida Casari aos alunos que vêm levando o nome do município além de suas fronteiras. Foram reconhecidos estudantes que participaram de um intercâmbio internacional e as atletas da equipe feminina de voleibol Sub-14, classificadas para a fase estadual dos Jogos Escolares.
Ao todo, 14 alunos receberam medalhas de honra ao mérito em reconhecimento por representarem Piquerobi em importantes iniciativas educacionais e esportivas. A cerimônia teve como mestre de cerimônias o professor Luis Fernando Leandro, o Cuti.
A mesa de autoridades foi presidida pela diretora da Escola Casari, professora Fabiana Barroca, e contou com a presença da coordenadora Quesia Keylla Garcia Viana, do professor Gleison Rodrigues Ribeiro, da representante da Unidade Regional de Ensino e diretora do Núcleo Pedagógico, Rosineide Vital, do Professor Especialista em Currículo (PEC) de Língua Inglesa, Hélio Cassemiro, da diretora municipal de Esportes, Anelise Fiori, da treinadora municipal Zilda Galante Dias e da POC Rute Vieira Marques Sierra.
Os estudantes homenageados pelo programa de intercâmbio foram Davi Pedroza Cezar e Mirela Tomazeli da Silva, ambos alunos da Escola Casari, que recentemente participaram de uma experiência internacional, representando o município e a instituição de ensino.
Também receberam homenagens as atletas da equipe feminina de voleibol Sub-14: Ana Clara Araújo Mazini, Ana de Souza dos Santos, Eloah Maria da Silva Brasil, Emanuelle Martins Teixeira Barbosa, Gabriela de Mello Breuer, Isadora Emanuely dos Santos Nogueira, Lohaine Cristiny de Almeida, Maria Gabriela dos Santos, Maria Vitória Ferreira Cabral, Rebeca Silva de Oliveira, Sofia Brandão de Almeida e Stephany Panulo de Oliveira.
A equipe conquistou o título regional dos Jogos Escolares na categoria Sub-14, garantindo vaga para disputar o Campeonato Estadual Escolar, que será realizado em Praia Grande. O feito é histórico para Piquerobi, já que esta é a primeira vez que uma equipe feminina da categoria representará o município em uma competição estadual.
A solenidade foi marcada por momentos de emoção, reconhecimento e orgulho. Além de valorizar o desempenho dos estudantes, o evento também evidenciou a estrutura do novo Anfiteatro Municipal Thaís Vicente Costa, inaugurado recentemente e com capacidade para receber cerca de 140 pessoas, consolidando-se como um importante espaço para atividades culturais, educacionais e comunitárias no município. AMN
Polícia conclui que empresário foi morto por engano em barbearia no Paraná
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A Polícia Civil concluiu que o empresário Hugo Gabriel Moll, de 38 anos, foi assassinado por engano em uma barbearia de Ponta Grossa (PR). Segundo as investigações, ele chegou ao local cerca de 10 segundos após a saída do verdadeiro alvo, um homem ligado ao tráfico de drogas. Cinco suspeitos foram presos por envolvimento no crime. Hugo morreu após ser atingido na cabeça, enquanto o barbeiro também foi baleado e sobreviveu. A polícia aponta que os criminosos confundiram o empresário com o alvo da execução. G1
Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão

A Anvisa aprovou o registro do Datroway® (datopotamabe deruxtecana) para o tratamento de adultos com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC) em estágio avançado ou metastático. O medicamento é indicado para pacientes com mutação do gene EGFR cujo câncer voltou a progredir após duas linhas de tratamento. A nova terapia amplia as opções para um dos tipos de câncer mais letais do mundo, responsável por cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão. AB

































