Homem andando nu e em aparente surto psicótico é contido em Presidente Epitácio

Acabei de assistir, no Facebook, a um vídeo que mostra um homem sem roupas caminhando de forma agitada pela principal avenida de Presidente Epitácio. Em determinado momento, ele se aproxima de algumas motocicletas estacionadas e as derruba.

Pelas imagens, não é possível afirmar qual condição provocou aquele comportamento. O homem aparentava estar desorientado e precisava de atendimento especializado. Segundo informações, ele já teria sido visto em situações semelhantes em outros pontos da cidade.

As pessoas que estavam nas proximidades se aproximaram para impedir que ele continuasse derrubando as motocicletas. A contenção foi realizada sem violência, com cuidado para preservar a integridade do homem e dos demais presentes.

O episódio mostra a importância de a sociedade estar preparada para agir com responsabilidade e humanidade diante de pessoas em situação de crise. Também reforça a necessidade de o poder público manter equipes capacitadas para prestar atendimento rápido e adequado, evitando que ocorrências como essa terminem de maneira mais grave.

No final do vídeo, uma equipe especializada chega ao local. O homem é acolhido e retirado da avenida com segurança e cuidado. AMN

Cemitério de Caiuá tem túmulos profanados e peças de bronze furtadas

PEÇAS DE BRONZE FURTADAS NO CEMITÉRIO DE CAIUÁ


Mais um cemitério da região foi alvo de criminosos. Desta vez, os furtos ocorreram no Cemitério Municipal de Caiuá.

Nesta terça-feira, pessoas que estiveram no local foram surpreendidas ao encontrar diversos túmulos sem as placas de identificação dos falecidos. Símbolos religiosos, imagens e outros objetos também foram levados.

Os criminosos teriam dado preferência às peças confeccionadas em bronze, metal que possui valor significativo no mercado clandestino de materiais recicláveis.

Recentemente, uma imagem de Jesus Cristo com mais de dois metros de altura foi furtada do Cemitério Municipal de Presidente Venceslau. O local também já havia registrado outros casos envolvendo o desaparecimento de peças metálicas.

A ocorrência em Caiuá foi comunicada à Polícia Civil, que deverá investigar o caso.

Os furtos e atos de profanação em cemitérios da região estão se tornando preocupantemente frequentes. Diante dessa situação, é importante que as administrações municipais reforcem a segurança desses espaços, inclusive com a instalação de câmeras de monitoramento. AMN

Vendas de imóveis sobem 5,6% e locações avançam 39,6% em agosto na região

O mercado imobiliário de Presidente Prudente e região registrou crescimento em agosto de 2026. Segundo pesquisa do Creci-SP, as **vendas de imóveis usados aumentaram 5,60%**, enquanto as **locações avançaram 39,64%**.

O levantamento inclui Presidente Prudente, Presidente Venceslau, Dracena e outros municípios da região. As casas concentraram 75% das vendas e 100% dos novos contratos de aluguel.

Nas vendas, metade dos imóveis foi adquirida à vista e houve maior procura por casas de três dormitórios. Já nas locações, **50% dos contratos tiveram aluguel de até R$ 1 mil**, com maior concentração de imóveis fora das áreas centrais e bairros nobres.

Os números indicam uma retomada das locações e a continuidade do crescimento das vendas no mercado imobiliário regional. O Imparcial

Imagem do cantor Rick com o pessoal da Rádio Jovem Som FM em jogo de futebol em Presidente Venceslau

Na foto estão Edimilson Gomes, Mauro Barbosa, Tiago Barbedo, Rick, Juninho, Marcelo Rocha, Elpídio e Mivaldo Rodrigues, durante a memorável partida de futebol disputada entre a banda de Rick & Renner e o time da Jovem Som FM. Não tenho a data exata em que a fotografia foi registrada, mas ela já faz parte da nossa história e eterniza a presença desse grande ídolo da música sertaneja entre nós. AMN

José Roberto Dantas Oliva relembra a tentativa de remover os trilhos de trem do centro da cidade

Remover os trilhos da antiga Fepasa, abrir caminho para o futuro e possibilitar a construção de uma nova avenida


Há momentos em que a cidade precisa encarar o que a atravessa e perguntar: ainda é caminho ou se tornou barreira? Em Presidente Venceslau, essa pergunta já não pode ser adiada. Sem perspectiva concreta de retorno dos trens de passageiros ou de cargas, a velha ferrovia, sucateada, rasga a área central com trilhos e dormentes deteriorados; cicatriz de ferro que não leva a lugar algum.

A bitola estreita e o traçado sinuoso de quase 800 quilômetros tornam inviável a retomada da malha tal como existe hoje. É hora de retirar os trilhos.

Dizer isso não é apagar o passado. A antiga Estrada de Ferro Sorocabana, depois Fepasa – a Ferrovias Paulistas S/A – e, após a privatização, conhecida por outras denominações, está entrelaçada à origem de Presidente Venceslau e de tantas cidades da Alta Sorocabana, no extremo oeste paulista.

Sobre aqueles dormentes chegaram pessoas, notícias e oportunidades; por ali seguiram combustível e outros produtos indispensáveis. A ferrovia ajudou a erguer cidades e a sustentar economias. Sua grandeza merece ser preservada, mas respeito à história não pode significar condenação à imobilidade.

Guardo duas viagens de trem na memória. A primeira fiz ainda criança, de Presidente Venceslau a São Paulo, com minha irmã e meus pais. Íamos visitar familiares na Capital e, depois, seguir para Aparecida, destino que já tocava minha devoção infantil por Nossa Senhora Aparecida. Havia, na composição, vagão-restaurante, luxo distante de nossas possibilidades.

Nosso banquete chegou pelas mãos do comissário, que percorria os vagões com uma bandeja presa ao pescoço: pão com mortadela e tubaína. Ainda hoje aquele sabor retorna, embalado pelo chacoalhar do trem, como se o vagão balançasse outra vez. A viagem durava, em média, de dezesseis a dezoito horas. Por vezes, até mais. Para nós, pouco importava, pois era uma festa sobre rodas de aço.

A segunda viagem ocorreu no início dos anos 1980, quando morávamos em São Paulo e eu trabalhava no IBGE. Minha mulher, minha filha e eu, já em melhores condições, pudemos viajar de leito.

No carro-dormitório do Expresso de Prata, o “superluxo” que ligava São Paulo a Presidente Epitácio, a cabine privativa oferecia camas, lençóis limpos, travesseiros e até pia com água corrente. Os vagões prateados, de aço inox, exibiam a elegância dos grandes expressos. Partimos da estação Júlio Prestes por volta das cinco ou seis da tarde e só chegamos no fim da manhã seguinte, quase à hora do almoço.

Era o glamour de uma época sobre trilhos, rumo ao interior.

Essas cenas – e tantas mais guardadas por outros venceslauenses – explicam o afeto pela ferrovia. Não autorizam, contudo, que seus vestígios continuem a tolher o desenvolvimento urbano. Cumpre conservar estações, casas, documentos, objetos e lugares capazes de contar às novas gerações o que os trens representaram. Honrar o passado também é permitir que a cidade prossiga.

O sinal de que uma era se encerrava apareceu cedo. Em 21 de maio de 1986, na edição 398, o Jornal “Integração” anunciou, pela primeira vez, a intenção da Fepasa de paralisar o transporte de passageiros. Na ocasião, escrevi que a ferrovia não acompanhara a marcha do tempo: enquanto o ônibus cumpria o percurso em cerca de oito horas, o trem podia levar até o triplo. Na página 3, observei que a estrada de ferro, outrora portadora do progresso, se transformava em obstáculo ao próprio progresso. Um portão de ferro na entrada da estação, talvez instalado por segurança, chegava a impedir a passagem de pedestres de um lado ao outro da cidade. A linha já não unia: separava.

Por isso, a ideia de remover os trilhos não nasceu ontem. Em agosto de 1987, dando forma a uma aspiração que já percorria a cidade – e da qual também fomos artífices –, o então deputado estadual Inocêncio Erbella visitou a redação do “Integração”. Conforme registrou a edição 515, de 15 de agosto, ele anunciou que apresentaria à Assembleia Legislativa uma indicação ao governador Orestes Quércia para retirar a linha férrea do centro. Presidente Prudente pretendia medida semelhante, e o deputado incluiria também aquela cidade, que ainda hoje – tal como aqui estamos fazendo – reivindica a remoção.

Naqueles dias, os trens ainda circulavam, e a proposta consistia em desviar o traçado para os fundos da Penitenciária I, então a única existente. Com auxílio do governo estadual, o espaço urbano ocupado pela ferrovia seria desapropriado; os lotes laterais poderiam ser comercializados, e uma grande avenida central ligaria os acessos da Rodovia Integração, hoje pela entrada do E.C. Corinthians, à Rodovia Raposo Tavares, pela Avenida Carlos Platzeck, na altura do acesso à Faive. Buscava-se reconciliar o transporte com a cidade e devolver ao centro o direito de crescer.

A proposta ganhou forma oficial na Indicação 1.753, apresentada por Erbella na sessão de 4 de agosto de 1987 da Assembleia Legislativa de São Paulo – Alesp. O então prefeito Tácito Cortes de Carvalho e Silva apoiou a iniciativa, e o jornal estampou: “Mudança da ferrovia: Para o prefeito, ‘uma luta que deve ser levada adiante’”. O deputado traduzia o que os moradores percebiam todos os dias: a rede seccionava a cidade e impedia a expansão do centro comercial.

Foi então que a proposta deixou de ser ideia de poucos e se tornou compromisso de toda a comunidade venceslauense. Em 22 de agosto de 1987, a edição 517 trouxe na capa: “Comunidade apoia a indicação de deputado: ‘Vamos retirar os trilhos’”. O “Integração”, do qual eu era diretor e jornalista responsável, abraçou de vez a causa e lançou uma campanha de assinaturas. A Rádio Presidente Venceslau AM, dirigida por Clóvis Luquezi Moré, e a Jovem Som FM, dirigida por Antonio Carlos Moré, aderiram prontamente à mobilização.

Logo se juntaram o prefeito, o Lions Clube, então presidido por Arnaldo Luiz de Freitas, o Rotary Club, sob a presidência de Jamil Assad, e a Loja Maçônica Clodoaldo de Oliveira, presidida por Péricles Gil Mondim. A reivindicação ganhava nomes, rostos e muitas vozes.

Na edição 518, especial do aniversário de 2 de setembro de 1987, escrevi: “Presidente Venceslau se mobiliza. Quer um presente de aniversário: a retirada dos trilhos da Fepasa do centro”. A Câmara Municipal já integrava o movimento. Seu presidente, Sérgio Amaury de Oliveira, ofereceu o prédio do Legislativo como ponto de coleta e anunciou o envio ao governo de um documento subscrito por todos os vereadores. O editorial “Por que a retirada dos trilhos é possível” sustentou a viabilidade da medida. Objetivo: libertar o centro da barreira de ferro.

Em 4 de setembro de 1987, até o jornal “O Estado de S. Paulo” destacou a iniciativa. O apelo venceslauense rompia as fronteiras do município e começava a ecoar pelo Estado.

A Tipografia Coroados, de Antonio Pedrialli, imprimiu gratuitamente 2.500 folhas de tamanho ofício, cada qual com espaço para catorze assinaturas e campos de nome, endereço e subscrição. O Jornal “O Liberal”, dirigido por Arcênio Pedro Correia, também aderiu, como registrei na coluna “Comentando”, edição 520, de 11 de setembro de 1987. Papel, tinta e vontade popular começavam a dar corpo ao manifesto.

No sábado, 12 de setembro de 1987, a campanha foi lançada no auditório da Rádio Presidente Venceslau, com transmissão ao vivo e flashes da Jovem Som FM. Estavam presentes o prefeito Tácito, o deputado Inocêncio Erbella, o vice-prefeito Luiz Geraldo de Oliveira, o presidente da Câmara Sérgio Amaury de Oliveira, o promotor João Aparecido dos Santos e o delegado do Serviço Militar, tenente Audeny Vieira de Menezes, além da imprensa e da população.

Todos assinaram o manifesto. João Gonçalves da Rocha Filho, chefe da agência do IBGE, assumiu a divisão da cidade, para que nenhum bairro e nenhuma voz ficassem de fora. Com a ajuda de Edvaldo Pedro Correia, ele repartiu a área urbana em 24 setores. A partir daí, conforme a edição 522, de 22 de setembro, Lions, Rotary, Loja Maçônica, alunos da Escola “Álvaro Coelho” (coordenados pelo professor Ely Roberto de Oliveira), emissoras de rádio, entidades e cidadãos saíram em busca de assinaturas. A TV Bandeirantes deu ampla cobertura, em reportagem do jornalista Altino Correia. A cidade passou a percorrer a si mesma, casa por casa, em busca do próprio futuro.

Os atiradores do Tiro de Guerra recolheram nomes; servidores da Penitenciária de Presidente Venceslau fizeram o mesmo. A Escola “Antonio Marinho de Carvalho Filho” aderiu, e a Prefeitura abriu pontos de coleta. Nas paróquias Santo Antônio e Nossa Senhora de Fátima, os padres Nicola Ruggi e Antonio Cordeiro falaram da campanha durante as missas, e os fiéis subscreviam o manifesto ali mesmo. No Frigorífico Kaiowa, quase 800 trabalhadores puderam participar. A mobilização, inédita, já não cabia nas páginas do jornal: ocupava escolas, clubes, repartições, fábricas, igrejas e ruas.

As notícias se sucediam no “Integração”, nas rádios locais e na imprensa em geral. A Associação Comercial estendeu faixas pelas ruas. Em novembro de 1987, a Rede Globo Oeste Paulista embarcou em Piquerobi e seguiu de trem até Caiuá, filmando os trechos urbanos. O prefeito Tácito determinou ao setor técnico municipal a elaboração de um projeto de mudança do traçado, que acompanharia o manifesto ao governador.

Muitas mãos escreviam, naquele instante, uma única vontade.

A coleta terminou em abril de 1988, durante a Faive, Feira Agropecuária e Industrial do município. Por circunstâncias alheias ao movimento, o resultado só seria levado ao governador perto do fim de 1989, apesar das cobranças do jornal. Em 27 de julho de 1988, na edição 603 da coluna “Comentando”, registrei que outras duas cidades já haviam conquistado aquilo que Presidente Venceslau buscava. A espera alongava os dias, mas não calava a reivindicação.

Finalmente, a edição 717, de 4 de novembro de 1989, anunciou: “Deputado marcará audiência para entregar manifesto pela remoção dos trilhos”. Encadernado pela Penitenciária I, o documento reunia 9.798 assinaturas e os estudos preliminares dos engenheiros da Prefeitura. Em 11 de novembro, na edição 719, descrevi na coluna “Comentando” aquele volume histórico: um livro de 8,5 centímetros de espessura, com letras douradas na capa e na lombada: “Manifesto pela remoção dos trilhos da FEPASA – 9.798 assinaturas – Presidente Venceslau-SP”.

O original seria entregue ao governador; uma cópia, também encadernada, ao presidente da Fepasa. Entre folhas e nomes, pulsava uma cidade inteira.

Em 22 de novembro de 1989, a edição 721 enfim estampou a manchete: “Governador recebe manifesto dos trilhos”. Após mais de dois anos de esforço, 9.798 vozes venceslauenses ecoaram no Palácio dos Bandeirantes.

O prefeito já era Tufi Nicolau, hoje saudoso. Ele e Erbella permaneceram quarenta minutos em audiência com Orestes Quércia. Por telefone, Nicolau me informou que o governador considerara a obra dispendiosa, embora tivesse determinado imediatamente estudos de viabilidade técnica. Restava pouco mais de um ano de mandato. Tempo insuficiente. Os trilhos permaneceram. Todo aquele esforço não alcançou o resultado esperado, mas legou uma prova impossível de contestar: a remoção da linha férrea havia se tornado aspiração de toda a comunidade venceslauense.

Hoje, é preciso reacender aquela causa. Para distâncias como os 619 quilômetros rodoviários que separam Presidente Venceslau da Capital, o transporte ferroviário continua valioso, imprescindível mesmo, sobretudo para cargas, combustível e tantos outros produtos, por questões econômicas, mas não por esta linha. O que resta diante de nós é uma estrutura envelhecida, incompatível com as exigências do presente e incapaz de cumprir a missão que um dia lhe coube.

Para passageiros, o futuro exige um trem de alta velocidade, de preferência um “trem-bala”; para cargas, uma ferrovia moderna, de bitola larga e traçado mais reto, capaz de oferecer eficiência e rapidez. Isso, porém, é tema para outra crônica. A linha que hoje divide a cidade, desativada e inteiramente inútil, já não tem razão de permanecer. A luta, agora, não deve ser para desviá-la, mas para retirar os trilhos e devolver esse espaço a Presidente Venceslau.

Em seu lugar, pode surgir uma ampla avenida entre os acessos da cidade, aberta ao trânsito cotidiano e, aos domingos e feriados, fechada para carros e destinada a pedestres, ciclistas, caminhadas, corridas, eventos de lazer e concentrações populares, como ocorre, guardadas as proporções, na Avenida Paulista, em São Paulo. Os trilhos podem continuar nas recordações, onde ainda passam o comissário com pão, mortadela e tubaína e o prateado e glamoroso Expresso de Prata. No chão da cidade, porém, é tempo de remover ferragens e dormentes antigos e abrir caminho para o futuro.

JOSÉ ROBERTO DANTAS OLIVA
O autor é Doutorando em Educação pela FCT-UNESP de Presidente Prudente, Mestre em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP, Advogado Trabalhista, Juiz Titular de Vara do Trabalho aposentado, Professor, Radialista, Jornalista e titular da cadeira nº 18 da Associação Venceslauense de Letras – AVL

Bancos podem ter de devolver parcelas de consignados descontadas pelo INSS

Aposentados e pensionistas do INSS que identificarem **descontos de empréstimos consignados que não reconhecem** podem solicitar o cancelamento do contrato e a devolução dos valores, caso seja comprovada irregularidade na contratação.

O tema ganhou repercussão após uma decisão do STJ em um caso no qual a instituição financeira não conseguiu comprovar a validade de determinadas operações bancárias.

A decisão, porém, **não determina devolução automática para todos os beneficiários**. Cada situação precisa ser analisada individualmente, considerando a autorização do empréstimo e as provas apresentadas.

Os contratos e descontos podem ser consultados pelo **Extrato de Empréstimo Consignado no Meu INSS**. Caso encontre uma operação que não reconheça, o beneficiário pode contestar a cobrança. AB

Arrecadação federal ultrapassa R$ 2 trilhões em oito meses

O governo federal acumula arrecadação de R$ 2,019 trilhões, de janeiro a agosto de 2026, segundo dados divulgados nesta terça-feira (22) pela Receita Federal. Além da inflação medida pelo IPCA, para o período, o valor representa crescimento de 7,12% na comparação com os mesmos oito meses de 2025.

Em agosto, a arrecadação federal alcançou R$ 235,5 bilhões. O valor representa alta acima de inflação de 8,25% em relação a agosto do último ano. Desse total, R$227,8 bilhões arrecadados são administrados pela Receita Federal, excluídos os fatores não recorrentes e de alterações na legislação.

De acordo com análise divulgada pelo órgão, os acréscimos são resultado do aumento na arrecadação da contribuição para a Previdência Social, Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que reflete o aumento das vendas.

Também o avanço nas arrecadações do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) e Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), além do desempenho da arrecadação do Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), foi determinante nos resultados apresentados.

Neste mês, o Imposto de Exportação sobre óleo bruto também teve destaque entre os fatores que alavancaram os resultados, com arrecadação de R$1,9 bilhão em agosto, o que resultou no acumulado de R$9,9 bilhões de janeiro a agosto de 2026. AB

Minhas lembranças de Rick

MINHAS LEMBRANÇAS DE RICK

Estou muito triste com a morte de Rick, da dupla Rick & Renner. Ele foi uma pessoa especial na vida de muita gente e também marcou profundamente a minha trajetória.

Quando eu dirigia a Jovem Som FM, Rick esteve várias vezes em nossa rádio. No início da carreira, visitou a emissora para trazer os discos de vinil de lançamento da dupla. Depois disso, retornou em diversas oportunidades.

Tranquilo, atencioso e muito simples, Rick apareceu certa vez na rádio em um domingo para visitar Osmar Pacito. Para nossa surpresa, ninguém havia preparado o café por causa da folga dominical. Sem cerimônia, ele pegou os utensílios e fez o café. Depois, permaneceu por um bom tempo conversando conosco sobre sua carreira. Naquela época, já era um artista muito famoso, mas conservava uma simplicidade admirável.

Em outra visita, telefonou antes de chegar e pediu que montássemos um time de futebol society para enfrentar a equipe formada por ele, Renner e os integrantes da banda. A partida foi realizada no Sindicato dos Bancários, em meio a uma grande festa. Este acontecimento foi por época da realização da FAIVE, onde a dupla estavas na agenda de shows.

Certa vez, Rick me disse que sua vida era como uma onda que nunca acabava: estava o tempo todo compondo, cantando e envolvido com o universo musical. Justificando sua forte presença como compositor de sucessos de muitas duplas sertanejas.

É uma perda muito triste. O Brasil se despede de mais um grande artista, dono de enorme talento e de um jeito simples e especial de tratar as pessoas. Ficam a música, a saudade e as boas lembranças de momentos que jamais serão esquecidos.

Destroços de helicóptero com cantor Rick são encontrados; não há sobreviventes

O helicóptero com o cantor Rick, da dupla com Renner, que desapareceu na Serra de Santa Catarina, foi encontrado nesta terça-feira (22) e cinco corpos foram localizados. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros.

A aeronave desapareceu na tarde de segunda-feira (21). Além de Rick, estavam no helicóptero o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e o piloto da aeronave. A identidade do quinto corpo ainda não foi informada.

A aeronave decolou de Porto Belo, no Litoral Norte, durante a manhã, com destino a São Joaquim, na Serra, e não chegou ao local previsto. A região tinha previsão de fortes tempestades, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). AMN/g1

Juventus é multada por desrespeito a minuto de silêncio a Sandro Mazzola

A Justiça Desportiva da Itália multou a Juventus em 10 mil euros nesta terça-feira (22) após torcedores desrespeitarem o minuto de silêncio em homenagem a Sandro Mazzola, ídolo da Inter de Milão.

O episódio ocorreu antes da partida contra a Atalanta, quando integrantes da torcida organizada Curva Sud viraram de costas para o campo e entoaram cânticos durante a homenagem.

A Juventus repudiou o comportamento dos torcedores. A manifestação do clube e o fato de o protesto ter partido de uma pequena parcela do público foram considerados na definição da penalidade.

Mazzola morreu na última sexta-feira (18), aos 83 anos. Ídolo da Inter e da seleção italiana, ele conquistou duas Copas da Europa e a Eurocopa de 1968. Ansa

Um em cada sete eleitores brasileiros pode faltar às urnas sem multa

O Brasil tem mais de 22,1 milhões de eleitores com direito ao voto facultativo, o equivalente a cerca de 14% do eleitorado nacional. O voto é opcional para jovens de 16 e 17 anos, pessoas com 70 anos ou mais e analfabetos.

Entre 2022 e 2026, o número de eleitores facultativos cresceu cerca de 6%, impulsionado principalmente pelo envelhecimento da população. Atualmente, 76% desse grupo tem 70 anos ou mais.

Nas Eleições de 2026, o Brasil possui cerca de 158,7 milhões de pessoas aptas a votar, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). G1

Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 32 milhões nesta terça-feira

22/06/2023 - Brasília - Mega-Sena, concurso da  Mega-Sena, jogos da  Mega-Sena, loteria da  Mega-Sena - Volantes da Mega Sena sendo preenchidos para apostas em casas lotéricas da Caixa. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo
22/06/2023 – Brasília – Mega-Sena, concurso da Mega-Sena, jogos da Mega-Sena, loteria da Mega-Sena – Volantes da Mega Sena sendo preenchidos para apostas em casas lotéricas da Caixa. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil/Arquivo

A Mega-Sena sorteia nesta terça-feira (22) prêmio estimado em R$ 32 milhões. As seis dezenas do concurso 3.061 serão sorteadas a partir das 21h (horário de Brasília) no Espaço da Sorte, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até às 20h (horário de Brasília) em casas lotéricas credenciadas pela Caixa em todo o país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

No último concurso, foram sorteados os números 06 – 15 – 23 – 36 – 37 – 38 e nenhum apostador acertou as seis dezenas. AB

Pai é preso após atingir filho com garrafa de vidro durante discussão no interior de SP

Pai é preso após atingir filho com garrafa de vidro durante discussão em Presidente Epitácio (SP) — Foto: Polícia Militar/Divulgação
Pai é preso após atingir filho com garrafa de vidro durante discussão em Presidente Epitácio (SP) — Foto: Polícia Militar/Divulgação

Um homem de 47 anos foi preso após atingir o filho, de 23 anos, com uma garrafa de vidro durante uma discussão, na Vila Batista, em Presidente Epitácio (SP), neste domingo (20).

Segundo a Polícia Civil, policiais militares foram acionados para atender uma ocorrência de desentendimento entre pai e filho. No local, encontraram a vítima com uma lesão e intenso sangramento na região esquerda da testa.

De acordo com o relato registrado pela polícia, os dois haviam discutido quando o pai teria arremessado uma garrafa de vidro contra o filho, o atingindo e causando o ferimento.

A vítima foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para a Santa Casa de Presidente Epitácio para atendimento médico.

Uma testemunha relatou à polícia que ambos consumiam bebida alcoólica e que o pai passou a agir de forma agressiva com o jovem.

Após a agressão, o suspeito teria deixado o local. Policiais militares realizaram buscas pela região e conseguiram localizá-lo e abordá-lo na rua Belo Horizonte.

O homem admitiu a agressão e foi conduzido à Delegacia de Polícia local. A garrafa de vidro quebrada que teria sido utilizada foi apreendida. O homem foi preso por lesão corporal no contexto de violência doméstica. G1/PP

Polícia Civil faz operação contra facção criminosa em quatro estados

Salvador (BA), 15/09/2026 - FOTO DE ARQUIVO - Agentes e viatura da Polícia Civil da Bahia. Foto: PC-BA/Arquivo/Divulgação
© PC-BA/Arquivo/Divulgação

A Polícia Civil realiza nesta terça-feira (22) a Operação Icarus, contra um esquema suspeito de fornecer drogas para uma das principais facções criminosas do Rio de Janeiro. A ação ocorre também em São Paulo, Minas Gerais e Alagoas.

Até as 6h30, seis pessoas haviam sido presas, entre elas um homem apontado como principal articulador do esquema. Segundo as investigações, o grupo negociava cargas, organizava o transporte e movimentava valores provenientes da atividade criminosa.

A investigação relaciona o esquema a apreensões realizadas em 2024, incluindo 715 quilos de cocaína e maconha em Guarulhos (SP) e 73,8 quilos de cocaína em Seropédica (RJ). Operações financeiras consideradas atípicas teriam movimentado cerca de R$ 70 milhões. AB

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