A publicitária Juliana Marins, de 27 anos, sobreviveu por mais de 30 horas após uma primeira queda de 61 metros durante trilha na Indonésia. Ela sofreu fraturas no fêmur e, possivelmente, na pelve, passando por dor intensa, fome, sede e frio até uma segunda queda, que causou múltiplos traumas e resultou em sua morte. O corpo foi resgatado apenas quatro dias depois do acidente.
Peritos brasileiros concluíram que a causa da morte foi hemorragia interna provocada por politraumatismo. A análise apontou sofrimento físico e psíquico antes do óbito. O laudo também destacou que estresse, desorientação e o ambiente hostil podem ter afetado sua capacidade de tomar decisões.
A família questionou os laudos da Indonésia e solicitou nova necrópsia no Brasil. O resgate foi dificultado pela neblina, geografia acidentada e estrutura precária do parque. Autoridades locais reconheceram falhas na operação.











