
Foi sepultada na manhã desta terça-feira, no Cemitério Municipal de Junqueirópolis, a moradora da cidade, Edileusa Macedo Pestana, de 72 anos. Ela foi vítima de um atropelamento fatal registrado na noite do último domingo, na Rua Recife, na área central.
O crime ocorreu após uma briga de rua entre dois homens, de 30 e 45 anos, por volta das 21h47. A Polícia Militar foi acionada para conter a desinteligência e um familiar conseguiu apartar a confusão. O homem mais novo deixou o local a pé, enquanto o de 45 anos pegou uma faca.
Edileusa, que era mãe do homem de 45 anos, interveio no momento, tomou a arma branca do filho e a entregou aos policiais militares que atendiam a ocorrência. Enquanto a equipe conversava com a idosa e o filho perto da viatura, o suspeito de 30 anos retornou dirigindo um automóvel em alta velocidade e jogou o carro contra o grupo.
A idosa sofreu um grave trauma na cabeça e morreu no local. O filho de 45 anos foi atingido e sofreu fraturas expostas, sendo socorrido pelo Corpo de Bombeiros. Uma mulher de 45 anos também ficou ferida e foi internada para tratamento médico.
A investigação
O condutor do veículo fugiu, mas se apresentou espontaneamente na Delegacia da Polícia Civil. Ele fez o teste do etilômetro, que deu negativo. A Polícia Técnico-Científica realizou a perícia no local, e a faca e o carro foram apreendidos. A autoridade policial ratificou a prisão em flagrante por homicídio doloso consumado e tentado, e iniciou uma investigação para apurar a ocorrência.
Nesta segunda-feira, a Justiça converteu a prisão em flagrante do envolvido em preventiva. “O inquérito policial será coordenado pela Delegacia de Polícia de Junqueirópolis, que dará continuidade às diligências investigativas, incluindo a análise dos elementos periciais e demais informações que possam contribuir para o esclarecimento integral da dinâmica dos fatos e das circunstâncias em que ocorreram”, explica a Polícia Civil.
“A investigação também buscará esclarecer todos os aspectos relacionados ao episódio, permitindo a adequada formação do conjunto probatório. Ao término das diligências, os autos serão encaminhados para apreciação da Justiça, nos termos da legislação vigente”, concluiu a corporação. O Imparcial

























