A absolvição de Jair Bolsonaro (PL) é “imperiosa”, disse, nesta quarta-feira (3), seu advogado, Paulo Cunha Bueno, na última intervenção da defesa antes de a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se o ex-presidente é culpado de tramar um golpe de Estado.
O STF dará seu veredicto na próxima semana no julgamento que define se Bolsonaro arquitetou um plano para se manter no poder após perder as eleições de 2022 para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A absolvição é absolutamente imperiosa para que não tenhamos nossa versão do caso Dreyffus”, afirmou o advogado perante os ministros do STF.
Ele fez menção ao escândalo do início do século XX, na França, que entrou para a história como símbolo de parcialidade judicial.
Enquanto o julgamento é realizado, no Congresso aceleram-se as negociações para incluir a votação de uma anistia na agenda parlamentar, tendo Bolsonaro como eventual beneficiário. AFP


























