O aumento das restrições chinesas às terras raras reacendeu a tensão com os Estados Unidos e colocou o Brasil no radar como fornecedor estratégico desses minerais, usados em celulares, turbinas e até mísseis. O país possui 23% das reservas mundiais, atrás apenas da China (49%).
Em meio à recente aproximação diplomática, EUA e Brasil podem negociar transferência de tecnologia, sustentabilidade na mineração e contrapartidas comerciais, como maior acesso ao mercado norte-americano.
Apesar do potencial, especialistas alertam para desafios ambientais e regulatórios: licenciamento do Ibama, proteção de terras indígenas e exigências legais podem limitar a exploração. Atualmente, o Brasil responde por apenas 1% do mercado global, mas investimentos em ciência e tecnologia podem fortalecer sua posição na cadeia estratégica de terras raras.


























