Um ano após deixar o Mapa da Fome, o Brasil ainda possui cerca de 6,5 milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar grave. Apesar disso, o país registra o menor índice da série histórica, com 77% da população em condição de segurança alimentar.
Especialistas afirmam que a permanência do Brasil fora do Mapa da Fome depende da continuidade de políticas públicas voltadas à geração de emprego e renda, fortalecimento da agricultura familiar, saúde, educação e programas de proteção social.
Entre as ações apontadas como decisivas para a redução da fome estão o Plano Brasil Sem Fome, o fortalecimento do Bolsa Família, a valorização do salário mínimo, a ampliação do emprego e os incentivos à produção de alimentos pela agricultura familiar.
Segundo pesquisadores, o principal desafio agora é ampliar o acesso à alimentação adequada para a população mais vulnerável e consolidar políticas permanentes que garantam esse direito a longo prazo. AB

























