
Avaliada em R$ 550 mil, uma carga de 5,5 mil cigarros eletrônicos sem comprovação de origem e desprovidos de documentação fiscal foi apreendida nesta quarta-feira, em Presidente Prudente, em uma ação conjunta da Polícia Militar Rodoviária com a Ficco-SP (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado) da Polícia Federal.
O material estava na cabine de um caminhão trator que tracionava um semirreboque do tipo cegonha, o qual passou por fiscalização no Km 561 da Rodovia Raposo Tavares (SP-270). O condutor, um morador de São Bernardo do Campo, 46 anos, confessou que pegou a mercadoria em Nova Alvorada do Sul (MS) e, pelo transporte até São Bernardo do Campo, receberia R$ 1 mil.
“A ocorrência foi apresentada na Delegacia de Polícia Federal de Presidente Prudente, onde foi apreendida a mercadoria, o conjunto de veículos e um aparelho celular. O condutor permaneceu preso à disposição da Justiça”, descreve o policiamento rodoviário. O IMPARCIAL
Cigarro eletrônico faz mal à saúde
Sim, o cigarro eletrônico (vape/pod) faz muito mal à saúde e não é uma alternativa segura ao cigarro tradicional. Eles contêm nicotina — frequentemente em concentrações maiores — e substâncias tóxicas que causam dependência, graves doenças pulmonares (como EVALI), riscos cardíacos e câncer, afetando jovens e adultos. A fabricação e venda são proibidas no Brasil.

























