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O Ministério Público do Trabalho (MPT) registrou 3.290 denúncias de assédio eleitoral em 2026, até esta quarta-feira (28). Somente em outubro, foram cerca de 2,5 mil relatos, aumento de 353% em relação a setembro.
São Paulo lidera o número de denúncias, com 608 registros, seguido por Minas Gerais, com 338, e Rio de Janeiro, com 243.
Diante do crescimento dos casos, o Ministério do Trabalho anunciou uma força-tarefa nacional para fiscalizar ameaças de demissão, perseguições e discriminação de funcionários por opiniões políticas.
O assédio eleitoral ocorre quando trabalhadores são pressionados ou ameaçados por suas escolhas políticas. A prática pode resultar em multas, indenizações e outras medidas judiciais.
As vítimas podem denunciar os casos ao Ministério Público do Trabalho, inclusive pela internet. G1

























