
Uma pesquisa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), com apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM), revelou diferenças na avaliação das UTIs públicas e privadas. O levantamento ouviu 2.338 médicos e analisou infraestrutura, medicamentos, leitos e equipes especializadas.
Segundo os dados, apenas 22,7% dos profissionais consideram totalmente adequada a disponibilidade de medicamentos nas UTIs do SUS, contra 57,7% na rede privada. Em relação aos leitos, a avaliação máxima foi de 24,1% no setor público e 51,4% no privado.
A rede privada recebeu avaliações superiores em 12 dos 13 critérios analisados. Para a Amib, os resultados reforçam a necessidade de investimentos na estrutura, nos profissionais e na qualidade do atendimento das UTIs brasileiras. AB

























