O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu prazo de 24 horas para que a Meta, responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, comprove a adoção de medidas que garantam tratamento igualitário às campanhas políticas durante o segundo turno das eleições presidenciais.
A decisão foi tomada após a empresa não cumprir o prazo inicial de 72 horas para apresentar esclarecimentos. A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva denunciou um possível favorecimento de conteúdos ligados ao adversário, Flávio Bolsonaro. A campanha de Bolsonaro também apresentou reclamação semelhante.
A Justiça Eleitoral determinou que a empresa apresente informações sobre os sistemas de recomendação de publicações, o alcance de anúncios políticos, possíveis perfis falsos e conteúdos produzidos por inteligência artificial.
A multa por descumprimento foi elevada de R$ 500 mil para R$ 1 milhão. A Meta afirmou que adotou medidas para restringir recomendações de candidatos e impedir a geração de imagens deles em determinadas ferramentas, conforme as regras eleitorais.
A decisão, assinada pelo ministro Marco Aurélio Bellizze, foi confirmada nesta segunda-feira (19). A empresa nega favorecimento político e atribui parte dos problemas relatados a falhas técnicas. AB

























