
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julga nesta terça-feira (29) o dissídio coletivo envolvendo a greve dos empregados da Caixa Econômica Federal, iniciada em 10 de setembro. O principal impasse nas negociações envolve o novo modelo de custeio do Saúde Caixa.
Os trabalhadores afirmam que a paralisação é legítima e que questões relacionadas ao plano de saúde não podem ser definidas unilateralmente pelo banco. As negociações para um novo acordo coletivo terminaram sem consenso.
Em decisão anterior, o TST determinou que pelo menos 60% dos empregados permaneçam trabalhando em cada agência durante a greve. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 100 mil às entidades sindicais. AB

























