A prevalência de demência aumentou significativamente na América Latina e no Caribe nas últimas duas décadas. Segundo estudo publicado na JAMA Neurology, o crescimento vai além do envelhecimento da população e está relacionado a fatores como sedentarismo, diabetes, hipertensão, baixa escolaridade e dificuldade de acesso à saúde.
Entre 2003 e 2006, a prevalência média era de 10,6%, passando para 16,9% entre 2016 e 2020 nos países analisados.
Especialistas destacam que diagnóstico precoce, atividade física, controle de doenças crônicas e estímulos cognitivos podem ajudar na prevenção e no cuidado. O fortalecimento da atenção básica e de políticas públicas também é considerado fundamental diante do envelhecimento da população. AE

























