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O ex-jogador Diego Maradona apresentou sinais compatíveis com insuficiência cardíaca que teriam sido ignorados antes de sua morte, em 2020. A afirmação foi feita pelo perito forense Carlos Mauricio Cassinelli durante o julgamento de sete profissionais de saúde acusados de negligência médica.
Segundo o especialista, Maradona apresentou inchaço nas pernas e dedos, dificuldade para respirar, hipertensão e frequência cardíaca elevada nos dias anteriores ao óbito. Mesmo diante da piora, o tratamento domiciliar teria sido mantido.
Maradona morreu aos 60 anos, em novembro de 2020, vítima de insuficiência cardíaca e edema agudo de pulmão, cerca de duas semanas após passar por uma cirurgia para retirada de um hematoma subdural.
Os sete profissionais julgados negam responsabilidade e sustentam que o ex-jogador morreu por causas naturais. Ansa

























