
O governo brasileiro contestou a justificativa dos Estados Unidos para aplicar novas tarifas sobre produtos nacionais, baseada na alegação de que o Brasil não combate adequadamente o trabalho forçado. Especialistas afirmam que o país é referência internacional no enfrentamento ao trabalho análogo à escravidão.
Além da tarifa de 25% que entrou em vigor nesta quarta-feira (22), o Brasil espera uma nova sobretaxa de 12,5%, que pode elevar a tributação total para 37,5%.
Segundo especialistas, embora o Brasil não possua um mecanismo específico para barrar na alfândega produtos fabricados com trabalho forçado no exterior, a legislação nacional é considerada uma das mais avançadas no combate à escravidão contemporânea. O governo brasileiro classificou a medida americana como protecionista e reafirmou que o país mantém fiscalização rigorosa e reconhecimento internacional nessa área. AB

























