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Pesquisadores encontraram as primeiras evidências consistentes de que fatores genéticos podem estar associados ao transtorno de personalidade borderline (TPB). Publicado na revista Nature Genetics, o estudo identificou 11 regiões do genoma e nove genes que parecem influenciar o risco de desenvolver a condição.
A pesquisa, considerada a maior já realizada sobre o tema, também mostrou que o TPB compartilha características genéticas com outros transtornos, como depressão, TDAH e transtorno de estresse pós-traumático.
Apesar dos avanços, os cientistas ressaltam que a genética explica apenas parte do risco para o transtorno e não permite prever ou diagnosticar a condição por meio de testes genéticos. A expectativa é que a descoberta contribua para aprimorar as pesquisas e favorecer diagnósticos mais precoces no futuro. O Globo

























