A presidência da COP30, que será realizada em novembro em Belém, divulgou carta pedindo maior participação do setor privado. André Corrêa do Lago afirmou que a transição climática é irreversível e que a conferência pode se tornar “o maior mercado global de soluções”.
Apesar das críticas à logística de Belém, ele defendeu que este é o momento para empresas assumirem liderança, ampliando investimentos e parcerias em sustentabilidade. A COP é vista como oportunidade para acelerar o financiamento climático, considerado insuficiente frente às necessidades globais.


























