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As chuteiras rosa-choque têm dominado os gramados da Copa do Mundo de 2026. Jogadores como Vinícius Júnior, Endrick, Alisson Becker e Bruno Guimarães estão entre os atletas que aderiram à tendência.
Além da estratégia de marketing das marcas esportivas, há uma explicação científica para a escolha. O rosa-choque é a cor complementar do verde no círculo cromático, criando um forte contraste visual com o gramado e tornando as chuteiras mais visíveis para torcedores, jogadores e transmissões de TV.
Curiosamente, o rosa não existe como uma cor isolada no espectro da luz, como acontece com o vermelho ou o azul. Ele é uma interpretação criada pelo cérebro humano quando recebe simultaneamente estímulos das extremidades do espectro visível, combinando tons avermelhados e azulados.
Outro fator que aumenta o destaque dessas chuteiras é o uso de pigmentos fluorescentes, que absorvem parte da luz ultravioleta e a reemitem como luz visível, intensificando o brilho. Tecnologias modernas de transmissão e telas, como OLED, QLED e HDR, também ajudam a reproduzir essas cores com maior intensidade.
O resultado é um calçado que chama mais atenção em campo e aparece de forma mais destacada nas imagens transmitidas para milhões de espectadores ao redor do mundo. Informações do G1















