O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística informou que o percentual de sub-registro de nascimentos no Brasil caiu para 0,95% em 2024, o menor índice da série histórica iniciada em 2015 e a primeira vez que o indicador ficou abaixo de 1%.
Segundo o levantamento divulgado nesta quarta-feira (20), a taxa teve redução de 3,26 pontos percentuais em relação a 2015, quando era de 4,21%. O dado representa avanço na cobertura do sistema de registro civil no país.
Os maiores índices de sub-registro de nascimentos foram registrados em Roraima (13,86%), Amapá (5,84%) e Amazonas (4,40%). Já as menores taxas apareceram no Paraná (0,12%), Distrito Federal (0,13%) e São Paulo (0,15%).
O estudo também aponta que mães com menos de 15 anos concentram o maior percentual de sub-registro de nascimentos, com taxa de 6,10%.
Em relação aos óbitos, a taxa nacional de sub-registro ficou em 3,40% em 2024, abaixo dos 4,89% registrados em 2015. Os maiores índices foram observados no Maranhão, Amapá e Piauí.
O IBGE destacou que a ampliação da gratuidade do registro civil, a instalação de unidades em maternidades e a integração entre cartórios e serviços de saúde contribuíram para a redução do sub-registro no país. AB










