Jornalista Conrado Corsalette morre aos 47 anos

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Conrado Corsalette tinha 47 anos; antes do “Poder360”, trabalhou no “Estadão”, na “Folha de S.Paulo” e no “Agora São Paulo”

O jornalista Conrado Corsalette morreu na madrugada desta 5ª feira (8.jan.2026), em São Paulo, aos 47 anos. Nascido em 5 de fevereiro de 1978 na cidade de Santo Anastácio (SP), trabalhava como secretário de Redação Adjunto na Sucursal de São Paulo do jornal digital Poder360. Ele deixa duas filhas, de 13 e 11 anos. Não há ainda informações sobre data, horário e local do velório.

Conrado completaria 1 ano no Poder360 em fevereiro de 2026. Antes, foi cofundador e editor-chefe do Nexo Jornal. Também atuou editor de Política do Estadão, editor adjunto de Cotidiano da Folha de S.Paulo e repórter no Agora São Paulo. É autor do livro “Uma crise chamada Brasil: a quebra da Nova República e a erupção da extrema direita” (2023), publicado pela Fósforo Editora. “Conrado era um dos mais brilhantes jornalistas de sua geração. Admirado e querido por todos. Um profissional que tinha grande perspicácia para entender o que era uma notícia e como fazer bom jornalismo profissional. Uma pessoa de caráter, era generoso com os mais jovens e demonstrava grande paixão pela profissão. onversávamos com frequência. Esses diálogos eram uma fonte de inspiração para mim e para todos da Redação que conviviam com ele. Estou triste com essa perda irreparável”, afirmou o diretor de Redação do Poder360, Fernando Rodrigues.

“Conrado era um homem doce, afetuoso, solar, generoso nas palavras, nos gestos e nos sorrisos. Foi um ótimo jornalista e um extraordinário colega, ensinando todo dia que nosso ofício não precisa de mal-querer nem de agressividade para ser bem feito, mas de humildade, humanismo e respeito aos fatos e às pessoas”, declarou Renata Lo Prete, âncora do “Jornal da Globo”, e que trabalhou diretamente com Conrado quando editava a seção “Painel”, do jornal Folha de S.Paulo.

“Conrado foi um excelente jornalista, conviver com ele como amigo e na Redação da ‘Folha’ me ajudou a entender a política e o jornalismo sem mistificações. Marcou o jornalismo brasileiro como criador e diretor do ‘Nexo’ por tantos anos, um veículo necessário que fica como um legado público da atuação de Conrado. Todos os que conviveram com ele vão sentir uma falta enorme de sua generosidade e amizade sempre vibrante”, disse o jornalista Paulo Werneck, editor da revista Quatro Cinco Um.

Formado pela Faculdade Cásper Líbero (1996-1999), Conrado tinha também um master em jornalismo, gestão estratégica e de marcas pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais. Poder360

Uma resposta

  1. Não o conheci pessoalmente
    Apenas seu pai o querido professor Orestes
    Grande perda !
    Condolências aos familiares e a todos que choram essa perda !!!!

arlei
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