O IBGE divulgou nesta terça-feira (4) a nova edição do site Nomes no Brasil, revelando que o nome Neymar passou a fazer parte do registro civil brasileiro, com 2.443 pessoas batizadas assim, idade média de 11 anos. O auge das homenagens ao craque do Santos ocorreu entre 2010 e 2019, quando 1.468 meninos receberam o nome — 17 vezes mais que na década anterior. O nome Endrick, inspirado no jovem atacante do Real Madrid, também cresceu: de 359 registros até 2009 para 1.048 desde então.
O levantamento mostra ainda que há mais “Maradonas” (128) do que “Pelés” (75) no país, embora o nome Romário lidere entre os ídolos do futebol, com 50.538 registros. Outros nomes populares são Riquelme (25.942), Zico (582), Messi (363) e Ronaldinho (187).
Entre os estados, Minas Gerais é o que mais tem pessoas chamadas Neymar (372), seguido por São Paulo, Amazonas, Bahia e Pará. O nome aparece em todas as unidades da federação e ocupa a 4.486ª posição entre os mais comuns do país.
O banco de dados do IBGE abrange 203 milhões de brasileiros e mostra como o futebol segue influenciando gerações, transformando ídolos em inspiração até na hora de escolher nomes de filhos.
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