A Fifa (Federação Internacional de Futebol) irá promover em Miami, na segunda-feira, uma conferência para divulgar números importantes da fase de grupos da Copa do Mundo.
Há o esforço natural para evitar vazamentos, mas o UOL apurou que a entidade vê motivos para comemorar: melhor média de gols em 68 anos, desde 1958, e o aumento do tempo de bola rolando, entre outros. Antes da consolidação dos dados oficiais, os números indicavam subida da porcentagem de jogo efetivo, sem paradas, de 56% para 59% na comparação com a última Copa do Mundo.
Em grande parte, esse aceno contra o desperdício de tempo é creditado às novas regras, como a cronometragem para cobranças de tiros de meta e arremessos laterais.
A maior polêmica é a parada para hidratação, que divide o futebol em quatro tempos: “Estão destruindo o futebol”, disse o novo assistente técnico do Real Madrid, Sami Khedira, sobre os quatro tempos. Seu irmão, Rani Khedira, foi titular da Tunísia neste Mundial. A reclamação não é só sobre a parada, mas sobre a imprevisibilidade dela. O árbitro pode paralisar a partida num momento que interesse a uma seleção em inferioridade tática naquele espaço de tempo.
Mas o ideia da Fifa é acabar com a cera, o desperdício de tempo proposital feito por goleiros e jogadores na reposição de bola. Esse é um dos conceitos que devem ser anunciados oficialmente pela federação internacional nesta segunda-feira. UOL















