
Hoje estive com o ex-zagueiro Cláudio Luiz, que teve passagens por clubes como Palmeiras, Santos, Guarani e Flamengo. Ao longo de sua trajetória, construiu uma carreira sólida de 15 anos no futebol profissional.
Ele esteve em Presidente Venceslau acompanhando seu irmão Xola e o secretário de Esportes de Regente Feijó, Hélcio. Ambos integram o time Falta de Ar, que disputou a final da Copa 50+ neste domingo, no Parque São Jorge, contra a equipe do Corintians.
Confira no vídeo, com cerca de três minutos, o que Cláudio Luiz falou ao Blog, em conteúdo especial produzido para as redes sociais.
HISTÓRIA DE CLÁUDIO LUIZ
Natural de Regente Feijó, no interior paulista, Cláudio Luiz Assumpção de Freitas, o Cláudio, nasceu em 31 de março de 1972. Jogou como zagueiro entre 1989 e 2003, começando e encerrando a carreira no Noroeste de Bauru. Defendeu com mais destaque Guarani e Palmeiras (pelo time do Parque Antártica disputou 44 jogos com 29 vitórias, 9 empates e 6 derrotas, tendo marcado seis gols, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti), embora tenha vestido também as camisas de União São João, Flamengo, Belmare Hiratsuka e Cerezo Osaka, do Japão, Santos, Etti Jundiaí e América de São José do Rio Preto (SP).
Com a camisa do Rubro-negro carioca, onde jogou em 1995 e formou o miolo de zaga com Ronaldão (ex-São Paulo), atuou em 46 partidas (27 vitórias, 8 empates, 11 derrotas) e não marcou nenhum gol (fonte: Almanaque do Flamengo – Clóvis Martins e Roberto Assaf).
Casado, pai de três filhos e dono de um chute muito forte (costumava marcar muitos gols de falta), Cláudio não esquece uma partida em especial. A primeira decisão da Copa do Brasil de 1996 entre Palmeiras e Cruzeiro, no Mineirão, disputada no dia 14 de junho daquele ano diante de 69 mil pessoas. “Certamente foi uma das maiores atuações da minha vida, com direito até a marcar um gol de falta. Acredito que tenha aberto as portas para minha transferência ao futebol japonês, no qual fui bem em duas passagens e consegui obter certa tranqüilidade do ponto de vista financeiro?. A partida em questão terminou empatada em 1 a 1, e no confronto de volta, realizado no Parque Antártica, o time mineiro levou a taça ao vencer por 2 a 1. (Texto de Marcelo Rozenberg)








