Assunto “Segregação de Massas” volta à Câmara após rejeição de projeto pela Secretaria da Previdência

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Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Presidente Venceslau, realizada nesta segunda-feira (18), os vereadores Tufy Nicolau Jr. e Wilson Hirakawa utilizaram a tribuna para comentar o relatório da Secretaria de Previdência do Governo Federal sobre a implantação do projeto de Segregação de Massas no município.

Tufy Nicolau Jr. afirmou que o cálculo atuarial apresentado anteriormente apontava um valor de R$ 39 milhões, enquanto o parecer da Secretaria de Previdência indica um montante de R$ 2,5 milhões. Segundo o vereador, a diferença entre os números será alvo de denúncia encaminhada ao Ministério Público. Tufy também declarou acreditar que o projeto dificilmente será sanado, pois, segundo ele, o processo estaria “contaminado”.

Já o vereador Wilson Hirakawa destacou o parecer contrário da Secretaria de Previdência ao projeto de Segregação de Massas aprovado recentemente pela Câmara Municipal de Presidente Venceslau.

Wilson afirmou que o documento é enfático ao apontar que “conclui-se pela não admissibilidade da aplicação da segregação de massas dos segurados do município de Presidente Venceslau – Ipreven”.

Tanto Tufy Nicolau Jr. quanto Hirakawa deixaram claro que o projeto precisa ser revisto.

Outro ponto analisado por Hirakawa foi o custo total do projeto de Segregação de Massas, que, segundo ele, chegou a R$ 200 mil — valor considerado muito acima do praticado por outras prefeituras do país. O vereador defendeu a instalação de uma CEI (Comissão Especial de Inquérito) para analisar o caso e esclarecer os fatos à população.

Citados no discurso de Hirakawa, os vereadores Silvana Emerick, Jeremias dos Santos e Luiz Hondo também utilizaram a tribuna para comentar o assunto. Silvana Emerick defendeu o projeto e afirmou que o pedido da Secretaria de Previdência precisa ser analisado detalhadamente para verificar se há falta de documentação.

Já Jeremias dos Santos e Luiz Hondo argumentaram que, “se existem erros, eles precisam ser analisados e sanados para que tudo fique dentro do que a legislação exige”. AMN

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