A passagem do furacão Melissa provocou a morte de 25 pessoas no Haiti, principalmente na cidade costeira de Petit-Goâve, onde o rio La Digue transbordou e destruiu dezenas de casas. Moradores ainda estão presos sob escombros, e o prefeito local pediu ajuda do governo para os resgates.
Na Jamaica, a tempestade atingiu a costa com ventos de até 295 km/h, provocando cortes de energia e a morte de pelo menos uma pessoa. Mais de meio milhão de habitantes ficaram sem eletricidade, e hospitais e estradas sofreram danos significativos.
Em Cuba, o furacão foi rebaixado para categoria 2, mas fortes chuvas, ventos e ondas continuam afetando o leste do país. Cerca de 735 mil pessoas foram acolhidas em abrigos, e autoridades alertam para risco de inundações e deslizamentos. O presidente cubano Miguel Díaz-Canel reforçou que o Melissa é o furacão mais forte a atingir o território nacional e pediu que a população não subestime a tempestade.
O furacão deve seguir enfraquecendo enquanto cruza Cuba, mas continuará afetando Bahamas, Ilhas Turcas e Caicos, e poderá causar danos significativos às regiões já fragilizadas economicamente. O governo dos EUA enviou equipes de reação a desastres e pessoal de busca e resgate à região.
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