
DIVULGAÇÃO / ABETRE E MMA
A quantidade de lixo destinados a aterros controlados e lixões no Brasil – que trazem efeitos negativos de longo prazo ao meio ambiente e à sociedade – cresceu 16% entre 2010 e 2019, passando de 25 milhões de toneladas por ano para pouco mais 29 milhões. Os dados são da Abrelpe (Associação Brasileiras das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), divulgados neste sábado (5), Dia Mundial do Meio Ambiente.
Quando descartado em lixões, terrenos a céu aberto onde os dejetos são jogados sem qualquer cuidado, os RSU (Resíduos Sólidos Urbanos) podem criar ambiente para proliferação de doenças e poluir lençóis freáticos com chorume (líquido produzido pelo lixo), o que também não é resolvido pelos aterros controlados.
Agência Estado
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