A leoa que matou um homem após ele invadir a área de felinos do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, conhecido como Bica, em João Pessoa (PB), não será sacrificada. A direção do estabelecimento afirmou que Leona está sendo bem cuidada e segue em observação, já que passou por um “nível elevado de estresse”.
Por meio de uma publicação no Instagram, a administração do parque ressaltou que o animal não apresenta comportamento agressivo e que a eutanásia jamais foi cogitada.
“É importante reforçar que em nenhum momento foi considerada a possibilidade de eutanásia. A Leona está saudável, não apresenta comportamento agressivo fora do contexto do ocorrido e não será sacrificada. O protocolo em situações como essa prevê exatamente o que está sendo feito: monitoramento, avaliação comportamental e cuidados especializados”, pontuou o Bica.
O parque acrescentou que os médicos veterinários, tratadores e técnicos seguem dedicados “integralmente” no bem-estar de Leona para garantir que a leoa “fique bem, se estabilize emocionalmente e retome sua rotina com segurança”.
O CRMV-PB (Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba) informou que deve instituir uma comissão técnica para avaliar o Parque da Bica, que foi fechado após o incidente. Não há previsão para a reabertura do zoológico. EC











