Vejam os estados do Brasil que serão os mais afetados pelas altas tarifas de Trump

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Safra de Laranja 2025/26 de São Paulo e Minas Gerais Deve Crescer 36,2%
O estado de São Paulo é um dos grandes produtores de laranja no Brasil. Imagem: Comércio cítrico

Cinco Estados brasileiros têm potencial para serem mais afetados caso os Estados Unidos concretizem a ameaça do presidente Donald Trump de impor tarifas de 50% sobre exportações brasileiras ao país: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

Somente esses cinco Estados responderam por mais de 70% das exportações brasileiras aos EUA nos primeiros seis meses de 2025.

São Paulo é o Estado que tem potencial para ser mais afetado pelas tarifas anunciadas por Trump — já que representa quase um terço das exportações brasileiras aos EUA.

Os Estados brasileiros que mais exportaram para os EUA, segundo dados da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil) de janeiro a junho deste ano, foram:

São Paulo: US$ 6,4 bilhões exportados (31,9% do total brasileiro). Principais produtos: suco de frutas, aeronaves e equipamentos florestais.

Rio de Janeiro: US$ 3,2 bilhões exportados (15,9% do total brasileiro). Principais produtos: óleo bruto de petróleo, produtos semiacabados de ferro e aço e óleos combustíveis de petróleo.

Minas Gerais: US$ 2,5 bilhões exportados (12,4% do total brasileiro). Principais produtos: café não-torrado, ferro gusa e máquinas de energia elétrica.

Espírito Santo: US$ 1,6 bilhão exportados (8,1% do total brasileiro). Principais produtos: produtos semiacabados de ferro e aço, cal, cimento, materiais de construção e celulose.

Rio Grande do Sul: US$ 950,3 milhões exportados (4,7% do total brasileiro). Principais produtos: tabaco, máquinas de energia elétrica e calçados.

Caso as tarifas de Trump sejam mesmo aplicadas às exportações brasileiras, as indústrias desses Estados perderão competitividade nos EUA por causa dos preços mais altos de seus produtos junto ao consumidor americano.

Essas empresas provavelmente veriam uma queda nas suas vendas aos EUA e teriam então que encontrar outros compradores para seus produtos — seja no Brasil ou em outros países. Ou podem acabar tendo que reduzir sua produção, o que pode provocar até mesmo demissões em suas fábricas no Brasil. g1

 

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