A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde decidiu não incorporar ao SUS a vacina contra herpes-zóster para imunocomprometidos a partir de 18 anos e idosos com 80 anos ou mais. A decisão, publicada no Diário Oficial da União, mantém o parecer negativo da Conitec, que reconheceu a eficácia da vacina, mas considerou o custo elevado e não custo-efetivo para o sistema público.
Segundo a análise, a vacinação de até 1,5 milhão de pessoas por ano teria alto impacto orçamentário, com investimento estimado em R$ 5,2 bilhões ao longo de cinco anos. A vacina avaliada foi a Shingrix, da GSK, aprovada pela Anvisa em 2021, que segue disponível apenas na rede privada. No SUS, permanecem disponíveis apenas as vacinas contra varicela e tetraviral, indicadas para a infância. IE
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