A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo apura a terceira morte suspeita por intoxicação com metanol em bebidas adulteradas. O caso mais recente ocorreu neste domingo (28) em São Bernardo do Campo, que já havia registrado outra vítima. A capital paulista também teve um óbito.
Segundo a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), o PCC pode estar por trás do esquema, usando o mesmo metanol importado ilegalmente para adulterar combustíveis. Em agosto, o Ministério Público encontrou postos com até 90% da substância, quando o limite legal é de 0,5%.
A Secretaria da Saúde orienta a população a comprar apenas bebidas legalizadas, com rótulo, lacre e selo fiscal, para evitar risco de intoxicação fatal.









