Quase 8 mil pessoas morreram ou desapareceram no ano passado em rotas migratórias perigosas, como o Mediterrâneo e o Chifre da África, mas o número real provavelmente é muito maior, disse uma agência da ONU.
Segundo a Organização Internacional para as Migrações, migrar de maneira legal está cada vez mais difícil, empurrando mais pessoas para as mãos de contrabandistas. Europa, EUA e outras regiões seguem intensificando a fiscalização.
“A perda contínua de vidas nas rotas migratórias é uma falha global que não podemos aceitar como normal”, disse a diretora-geral da OIM, Amy Pope, em comunicado divulgado na quinta-feira.
Embora as mortes em rotas migratórias tenham caído em 2025 em comparação a 2024, esse declínio reflete o acesso cada vez menor à informação e a falta de financiamento que têm dificultado os esforços para rastrear as mortes, disse a OIM. Com informações da Reuters
JV Motors









