O maior porta-aviões do mundo, USS Gerald Ford, foi incorporado nesta terça-feira (11) às operações dos Estados Unidos contra o narcotráfico na América Latina, o que gerou forte reação da Venezuela, que vê a ação como uma tentativa de derrubar o presidente Nicolás Maduro.
A chegada do navio coincidiu com uma nova mobilização militar venezuelana e críticas da Rússia, que chamou os bombardeios americanos de “inaceitáveis”. Desde setembro, os EUA já bombardearam 20 embarcações, deixando 76 mortos, mas ainda não apresentaram provas de que eram ligadas ao tráfico.
O Reino Unido se recusou a compartilhar informações de inteligência com Washington por considerar os ataques ilegais, marcando uma ruptura entre aliados.
Enquanto isso, o ministro da Defesa venezuelano anunciou a mobilização de 200 mil militares e Maduro convocou o povo a se alistar na Milícia Bolivariana, afirmando que o país está pronto para responder a qualquer ofensiva dos EUA.
Anadão









