O Brasil enfrenta um desafio crescente em suas contas públicas, semelhante ao de uma família que gasta mais do que arrecada e passa a depender de empréstimos. Entre janeiro e novembro de 2025, o governo central registrou déficit primário de R$ 80,3 bilhões, sem incluir os juros da dívida, o que amplia a pressão sobre juros e inflação.
Apesar do rombo, especialistas avaliam que o país deve encerrar 2025 dentro da meta fiscal prevista no arcabouço, que permite variação de até 0,25% do PIB. A expectativa é de cumprimento no limite inferior da banda, com uso de exceções legais, como a exclusão de precatórios.
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