Moradores e proprietários de imóveis em Santo Anastácio, Martinópolis e Presidente Venceslau afirmaram que desconheciam o uso dos endereços em supostas “empresas fantasmas” investigadas por ligação com o PCC. As informações foram divulgadas pelo delegado Ramon Guarnieri Pedrão.
A investigação é conduzida pela Central de Polícia Judiciária de Presidente Venceslau e pelo Gaeco de Presidente Prudente. Segundo a Polícia Civil, os documentos e equipamentos apreendidos serão analisados conforme a natureza do material, incluindo extração de dados de aparelhos eletrônicos.
Em Martinópolis e Santo Anastácio, imóveis residenciais teriam sido usados para registrar dezenas de empresas de fachada. Já em Presidente Venceslau, uma transportadora e outro endereço em loteamento também aparecem nas investigações.
O inquérito apura crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro envolvendo nomes como Marcola, familiares do líder da facção e a influenciadora Deolane Bezerra. Segundo a SSP, ao menos 35 empresas teriam sido usadas para ocultar patrimônio e movimentar recursos ilícitos ligados ao PCC. Informações do G1/PP















