A Geração Z, formada por jovens nascidos entre 1997 e 2010, está redefinindo o mercado de trabalho com novas expectativas e comportamentos. Segundo pesquisa global da consultoria Randstad, 54% desses profissionais buscam ativamente novas oportunidades, mesmo estando empregados, e 22% trocaram de trabalho no último ano — o maior índice entre todas as gerações. No início da carreira, permanecem em média apenas 1,1 ano em cada cargo.
No Brasil, além de valorizarem salários adequados (35%), esses jovens priorizam flexibilidade de horários (46%), crescimento pessoal (38%) e desejam, em sua maioria (73%), ocupar posições de liderança no futuro. Altamente conectados, 71% já utilizam inteligência artificial no trabalho e 79% demonstram entusiasmo com seu potencial.
A pesquisa destaca que a Geração Z vê o trabalho como parte essencial de sua identidade, buscando propósito, inclusão, diversidade e saúde mental no ambiente profissional. Empresas que não oferecerem esses valores podem enfrentar maior dificuldade em atrair e reter esses talentos.











