O relatório Countdown, da revista médica The Lancet, alerta que o aquecimento global tem causado milhões de mortes evitáveis por falhas nas políticas públicas e impactos climáticos severos.
Entre 2012 e 2021, a média anual de mortes ligadas ao calor foi de 546 mil, um aumento expressivo em relação à década de 1990. Já os incêndios florestais provocaram 154 mil mortes em 2024.
O estudo, que reúne pesquisadores do University College London e da OMS, afirma que as mudanças climáticas ameaçam a saúde humana em escala inédita, e critica a falta de ação política — especialmente do presidente Donald Trump, por retirar os EUA de iniciativas climáticas globais.
Às vésperas da COP30, o relatório destaca riscos crescentes como ondas de calor, secas, queda na produção de alimentos e doenças respiratórias causadas pela poluição.
O relatório Countdown da revista médica The Lancet alerta que as mudanças climáticas estão agravando a saúde global e causando milhões de mortes evitáveis.
Entre 2012 e 2021, o calor extremo provocou cerca de 546 mil mortes anuais, enquanto incêndios florestais mataram 154 mil pessoas em 2024.
O estudo, feito por pesquisadores do University College London e da OMS, critica a falta de ação política — especialmente do presidente Donald Trump — e pede medidas urgentes para conter o aquecimento global, que eleva riscos de doenças respiratórias, escassez de alimentos e mortalidade entre idosos e bebês.
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