O Brasil tem como meta acabar com o desmatamento ilegal até 2030 e atingir a neutralidade climática até 2050, mas especialistas apontam que isso não será suficiente sem investir também na recuperação de áreas degradadas. O país possui cerca de 100 milhões de hectares que poderiam ser restaurados, e há o compromisso de recuperar 12 milhões até o fim da década.
A restauração florestal é fundamental porque ajuda a retirar grandes quantidades de CO₂ da atmosfera, além de contribuir para o equilíbrio climático, a preservação da biodiversidade e a segurança hídrica. No entanto, o alto custo e a falta de recursos públicos dificultam o avanço dessas ações.
Para superar esse desafio, governos, empresas e organizações estão buscando alternativas economicamente viáveis, como a venda de créditos de carbono e o uso sustentável das áreas restauradas. Apesar do grande potencial econômico e ambiental, esses modelos ainda precisam amadurecer e comprovar que funcionam em larga escala.
VM Venceslau Madeiras









