A advogada brasileira Lilian Divina Leite viveu 11 meses nos Estados Unidos e decidiu pedir a própria deportação após o endurecimento das políticas migratórias no novo governo de Donald Trump.
Lilian chegou a Miami em agosto de 2024 para uma viagem de férias, mas acabou ficando no país de forma irregular. Trabalhou em casas, viveu de ajuda de igrejas e chegou a doar plasma para se sustentar. Com o aumento das ações de deportação e casos de detenções, ela decidiu voltar.
Pelo programa de autodeportação, o governo americano custeou sua passagem e pagou US$ 1 mil na chegada ao Brasil. “Eu não me arrependo. Fui pra viver a experiência, mas percebi que liberdade lá é um luxo que nem todo mundo pode ter”, disse.
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