O alpinista voluntário Agam Rinjani relatou que o resgate da brasileira Juliana Marins, no monte Rinjani (Indonésia), ocorreu em condições extremas de frio, chuva e terreno instável. Ele e a equipe passaram a noite em um penhasco de 590 metros ao lado do corpo, aguardando melhores condições para retirá-lo.
Juliana, de 27 anos, foi encontrada morta quatro dias após cair durante uma trilha. Testemunhas disseram que ela foi deixada para trás pelo guia. A família acusa o parque de negligência e cobra justiça. O governo da Indonésia lamentou o ocorrido e citou as dificuldades climáticas e geográficas no resgate.








